Informativo de Agosto 2014
Aniversario Sonda Supermercado
No dia 01 de agosto, o Sonda Supermercados da Av. José Maria Marques de Oliveira comemora 1 ano. Lembramos que nosso vigário Pe. Enéasabençoou e realizou a 1ª Missa no dia da inauguração. Desejamos aos
proprietários que são colaboradores do Informativo Cristo Rei, as
Benções de Deus prevaleçam sobre suas vidas e seu comércio. A Pastoral
da Comunicação agradece a gentileza do Sonda Supermercado de nos
ajudar a Evangelizar mantendo seu patrocínio. Parabéns ao Sonda e toda
sua equipe. Felicidades!
Editorial
O Cristão pode ter em sua casa ou carregar consigo objetos amaldiçoados?
Esta pergunta já foi feita várias vezes e é dúvida recorrente. Muitas
vezes o povo de Deus fica confuso e não vive a verdade libertadora do
Senhor por falta absoluta de conhecimento da Palavra de Deus. O
próprio Senhor nos diz: “Porque meu povo se perde por falta de
conhecimento” (Oséias 4,6), portanto, devemos instruir o povo de Deus
na santa doutrina e na Bendita Palavra do Senhor. Primeiro devemos
entender que a palavra “amaldiçoado” significa “que recebeu maldição”,
ou seja, ausência absoluta de bênção, que não tem bênção. Um objeto amaldiçoado é um objeto que não contêm bênção, que tem uma maldição, que trás para quem guarda em casa ou carrega consigo uma influência
diabólica prejudicial espiritualmente e fisicamente. Temos na Bíblia
uma história que confirma tudo isso. Todos conhecem a bela história da
vitória dos hebreus sobre a cidade de Jericó, no tempo de Josué. O
capítulo 6 do livro de Josué nos conta esta vitória. A cidade de
Jericó, “cidade murada, tinha se fechado diante dos israelitas, e
ninguém saía dela nem podia entrar” (Josué 6,1). Era uma cidade
invencível, mas o Senhor Deus ordenou que se fizesse um cerco a Jericó
durante 7 dias e as muralhas cairiam no final da última volta, no
último dia. Assim aconteceu, pois “Deus não é homem para mentir”
(Números 23,19) e os hebreus invadiram Jericó. Porém, havia um
interdito, ou seja, uma proibição de Deus para que os hebreus não
levassem consigo para o acampamento, para as sua tendas, nenhum objeto
da cidade de Jericó, pois Deus estava lançando sobre tudo o que
pertencia a Jericó um interdito, uma maldição. Assim Deus ordenou:
“Mas guardai-vos de tocar no que é votado ao interdito. Se tomardes
algo que, do que foi anatematizado (amaldiçoado) atraireis o interdito
sobre o acampamento de Israel, o que seria uma catástrofe” (Josué
6,18). Um objeto para ser amaldiçoado tem que ter ligação com Satanás
e tudo o que se refere ao pai da mentira. A Bíblia nos ensina que um
hebreu chamado Acã, da tribo de Judá, roubou de Jericó “um belo manto
de Senaar, duzentos siclos de prata (2 quilos e meio) e uma barra de
ouro de cinquenta siclos (meio quilo)” (Josué 7,21). Acã desobedeceu
ao Senhor e levou para a sua tenda estes objetos amaldiçoados por
Deus. Qual foi a consequência dessa desobediência? Os hebreus foram
derrotados vergonhosamente na cidadezinha de Hai, que tinha uma
população bem pequena e ainda foram mortos 36 guerreiros de Israel. O
povo ficou desorientado depois dessa derrota. Porque Deus permitiu que
isso acontecesse? Porque Acã levou para o acampamento de Israel
objetos amaldiçoados. A atitude errada de um homem levou todo um povo
à derrota, à vergonha. Isso é muito sério: “Não vos enganeis: de Deus
não se zomba. O que o homem semeia isso mesmo colherá” (Gálatas 6,7).
Um cristão não pode guardar em sua casa que é consagrada ao Deus Vivo
de Israel qualquer objeto proveniente de espíritos malignos, bruxaria,
feitiçaria, esoterismo, adivinhação, magia ou qualquer outra prática
religiosa de ocultismo que não é agradável aos olhos de Deus. Basta
ler Deuteronômio 18,9-14 e teremos todas as práticas abomináveis aos
olhos de Deus que todo cristão deve evitar e renunciar. Se mesmo
sabendo que Deus abomina essas práticas e ainda assim as praticar,
estará atraindo sobre si mesmo e sobre toda a sua família a maldição.
Assim aconteceu com Israel por causa da desobediência de Acã (ler todo
o capítulo 7 de Josué). Se o cristão tem um objeto amaldiçoado como
amuletos, figas, ferraduras, velas, patuás, ervas, roupas, imagens
provenientes de feitiços, pé de coelho, trevo, unha de galinha,
imagens de ídolos ou divindades pagãs, fetos ressecados, comidas
oferecidas aos ídolos pagãos, ele deve destruir e queimar esses
objetos e frequentar um grupo de oração para fazer uma oração de
renúncia. Também deve procurar o perdão de Deus através do sacramento
da reconciliação, da confissão, para atrair a bênção do Senhor.
Pe. Wilson Vitoriano Ferreira da Silva
Frase do Mês
"Não consideremos ter o direito de julgar os ricos. Não é uma luta de
classes o que desejamos, mas um encontro entre as classes, encontro no
qual o rico salva o pobre e o pobre salva o rico."
(Beata Teresa de Calcutá)
Dia dos Avos!
Dia 26 de Julho dia de São Joaquim e Sant’Ana pais de Nossa Senhora, Avos de Jesus se comemora o dia dos avos. Padre Ramon da cidade de Itaici veio presidir a missa na Matriz Cristo Rei neste dia às 19h. fez questão de convidar todos os avos que estavam na missa para entrar na procissão de entrada com ele. Todos foram e ao chegar ao altar beijava o altar. Pe. Ramon muito simpático acolheu a todos e foi acolhido por todos. Na distribuição da Eucaristia chamou todos os avos e deu em duas espécies para eles o Corpo e Sangue de Jesus Cristo. Parabéns a todos os Avos de nossas comunidades.
Missa dos Enfermos
No sábado dia 26/07 as 10h30 Padre Clóvis Wilson Fontenla Capelão do Hospital São Camilo na cidade de Itu veio presidir a Missa dos Enfermos na Matriz Cristo Rei. Acolheu a todos os enfermos e seus acompanhantes, e fez uma homilia para estas pessoas que restaurou a alma. A Pastoral da Saúde como sempre após a missa serviu almoço a todos que estavam presente. Os enfermos que estavam presentes eram 58 pessoas que receberam a Unção e a Eucaristia. Pe. Clovis também lembrou-nos do dia dos avos, pois dia 26/7 foi dia de Sant’Ana e São Joaquim os Pais de Nossa Senhora. Falou do amor que temos que ter por estas pessoas e respeito e parabenizou a todos, na Benção final fez questão de fazer o sinal da cruz em todos os enfermos que se aproximaram dele. Ao Pe. Cloves nossos agradecimentos em presidir esta missa na Matriz Cristo Rei.
Revolução Jovem!
Aconteceu no dia 6 de julho, nas dependências da Comunidade Santa
Elizabeth, o Revolução Jovem, evento idealizado pelo Grupo de Jovens
J.T.J. que contou com a presença de aproximadamente 60 jovens de nossa
Paróquia. O evento iniciou-se às 9h, com missa presidida pelo nosso
Pároco Pe. Wilson. Após a missa, Pe. Wilson expõe o Santíssimo, quando
pudemos ter um momento de adoração. Em seguida no espaço festivo, a
Comunidade Aliança de Misericórdia apresentou o teatro Lifehouse, que
demonstrou o quanto o mundo quer nos tirar da presença de Deus, nos
atormentando, mas Deus em seu infinito amor sempre está conosco nos
livrando de todo mal. Após o almoço tivemos a presença da Comunidade
Aliança Cristo Rei, da cidade de Campo Limpo Paulista, que ficou
responsável pela pregação e por conduzir um momento de oração pelos
jovens presentes, os quais puderam fazer uma experiência profunda do
amor de Deus por cada um. O encontro foi encerrado com outra peça de
teatro apresentada pelo Grupo de Jovens J.T.J., uma versão moderna da
Parábola do Filho Pródigo, em que pudemos ver que não importa por onde
andamos, Deus está sempre de braços abertos nos esperando de volta. A
animação do encontro ficou por conta da Banda Safínea e alguns
salmistas da Paróquia Cristo Rei (Maurício, Liliane, Marcos, Cristina,
Nayara e Giovana).
Colaboração: Ana Paula
19° Encontro de Casais com Cristo (ECC)
Nos dias 18,19 e 20 de Julho na Matriz Cristo Rei foi realizado o 19°
ECC da Matriz, sendo que este ano pode ser usado as dependências do
salão de catequese para este encontro de 3 dias. Sempre realizamos na
Escola Irmã Nazarena e somos muito gratos por todos os anos que nos
concederam seu espaço. O Coordenador Geral deste encontro de 2014 foi Hercules e Taísa Rizzo. Foi com grande alegria que podemos realizar nas dependências da própria Igreja, isso para nós, que buscamos
Evangelizar dentro da Igreja é muito importante ter um espaço digno
para receber os irmãos. A toda a direção do ECC nossos
comprimentos pelo trabalho e esforço para que tudo ficasse perfeito,
para todos que se doaram o nosso muito obrigado mesmo que Santa Rita
de Cassia que foi padroeira deste encontro socorra a todos diante de
Deus nos momentos de vossas necessidades. E aos casais que vieram
fazer o encontro de casais com Cristo que foram 25 que as benções de
Deus sejam infinitas em suas vidas e em suas casas e suas comunidades.
Ponham em pratica tudo de bom que recebestes de graça divida,
compartilhe com outros que ainda não tiveram esta oportunidade.
Desejamos à todos perseverança e que as famílias não se despeçam no
encontro, mas se encontrem sempre, todos os finais de semana nas
Missas no Banquete do Senhor. A missa de encerramento do 19° ECC foi presidida pelo Pároco Wilson Vitoriano e auxiliado pelo Diácono Joaquim.
Grupo
de Oração Chama do Amor completa 25 anos
O
Grupo de Oração Chama do Amor completou na quarta-feira, 9 de julho,
25 anos de existência. A data foi comemorada com momento de louvor,
Missa em Ação de Graças celebrada pelo pároco da Matriz Cristo Rei,
Padre Wilson Vitoriano, seguida de almoço preparado pela equipe de
Dona Cristina. O casal Claudeni e Willhes Gomes foi quem animou e conduziu o momento de oração com os presentes. Já a pregação foi feita pelo coordenador Luiz Gatti e teve por tema “Até aqui o Senhor nos ajudou” e “O que importa é prosseguir decididamente”. Luiz ressaltou a
necessidade de continuar fiel à caminhada com Jesus Cristo. “Das
coisas de Deus não se aposenta. Se paramos na caminhada começamos a
morrer”.
Colaboração: Tatiane Dias
25 anos de existência. A data foi comemorada com momento de louvor,
Missa em Ação de Graças celebrada pelo pároco da Matriz Cristo Rei,
Padre Wilson Vitoriano, seguida de almoço preparado pela equipe de
Dona Cristina. O casal Claudeni e Willhes Gomes foi quem animou e conduziu o momento de oração com os presentes. Já a pregação foi feita pelo coordenador Luiz Gatti e teve por tema “Até aqui o Senhor nos ajudou” e “O que importa é prosseguir decididamente”. Luiz ressaltou a
necessidade de continuar fiel à caminhada com Jesus Cristo. “Das
coisas de Deus não se aposenta. Se paramos na caminhada começamos a
morrer”.
Colaboração: Tatiane Dias
Nota de Falecimento
Dona Maria José Cequinne de 86 anos, no dia 16 de julho, partiu para junto do Pai! Um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus leva para junto Dele o que mais amamos. Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada, meus pêsames, parecem pesar. Nossos pensamentos divulgam para cada gota de
sangue em nosso corpo e os pensamentos vêm em nosso coração será que antes de partir eu disse: te amo; preciso de você, estou sempre aqui, se não disse em palavras com certeza em ação. É com grande saudade que colocamos esta mensagem de saudade por esta filha de Deus que sempre esteve presente junto a sua família, a casa do Pai e também fazia parte do Sagrado Coração de Jesus. A Comunidade Cristo Rei, todos que a conhecia junto da Pascom deixam aqui nossos sinceros sentimentos a toda família.
Dona Maria José Cequinne de 86 anos, no dia 16 de julho, partiu para junto do Pai! Um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus leva para junto Dele o que mais amamos. Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada, meus pêsames, parecem pesar. Nossos pensamentos divulgam para cada gota de
sangue em nosso corpo e os pensamentos vêm em nosso coração será que antes de partir eu disse: te amo; preciso de você, estou sempre aqui, se não disse em palavras com certeza em ação. É com grande saudade que colocamos esta mensagem de saudade por esta filha de Deus que sempre esteve presente junto a sua família, a casa do Pai e também fazia parte do Sagrado Coração de Jesus. A Comunidade Cristo Rei, todos que a conhecia junto da Pascom deixam aqui nossos sinceros sentimentos a toda família.
Festa Julina da Comunidade Santa Luzia
Aconteceu no dia 12 de julho, o II Arraiá da Comunidade Santa Luzia,
no espaço festivo da comunidade. Com a participação de grande número
de pessoas, em um ambiente totalmente típico, com fogueira, cadeia,
barraca de pesca e serviços de lanchonete com pastel, cuscuz, vinho
quente, quentão, doces, refrigerantes e divertidas rodadas de bingo
extra, toda a comunidade pode vivenciar na agradável noite de sábado,
uma deliciosa festa. Queremos agradecer a Deus pela vida de todos
aqueles que, direta ou indiretamente, colaboraram para que essa grande
festa acontecesse, aos que doaram prendas, mas também aqueles que
dispuseram do seu tempo para os diversos trabalhos desse evento. Deus
abençoe a todos e que Santa Luzia interceda por toda a comunidade, que
muito feliz se encontra. A comissão organizadora espera que esse
Arraiá a cada ano cresça, em participação e organização típica de
festa julina.
Colaboração: Marcio Cunha
Festa Julina
Comunidade Nossa Senhora das Dores
No dia 5 de julho a Comunidade Nossa Senhora das Dores realizou a sua
festa julina. Como experiência, neste ano a festa aconteceu no centro
de catequese da Matriz de Cristo Rei, mas habitualmente é feita em
frente à Igreja que fica no Icaraí. Foi um evento muito bem
participado e animado. A Festa contou com muitas famílias, bingo,
música e alegria. A todos da Comunidade Nossa Senhora das Dores que
trabalharam e se doaram e aos que participaram nossos agradecimentos.
Muito obrigado!
Festa Julina na Comunidade Santa Elizabeth aconteceu nos dias 19 e 20 de Julho a partir das 18h. muita animação e alegria, com os jovens fazendo a musica ao vivo um momento muito agradável e familiar. Foi servido pastel, cuscuz, vinho quente, quentão cachorro quente, lanche de pernil etc. Ocê que não veio perdeu um baita Arraiá.
Encontro Diocesano da Animação Bíblico-Catequética
Aconteceu no dia 5 de julho, o Encontro Diocesano de Formação e
Espiritualidade dos coordenadores da Animação Bíblico-Catequética, que
contou com a presença de mais de 200 coordenadores e representantes
dos níveis de catequese na Cúria Diocesana em Jundiaí, sendo conduzido
pelos coordenadores diocesanos Roberta e Ana Paula e pelo Padre
Joaquim.
Semana Teológica Catequética
A Semana Teológica Catequética ocorreu nos dias 01,02 e 03 de julho
no Centro Comunitário da Matriz Nossa Senhora do Monte Serrat com o
tema “Virtudes Teologais, Fé, Esperança e Caridade”, ministrado pelo
Professor Carlos Ramalhete. Cerca de150 pessoas aproveitaram esta
formação organizada pelo núcleo Santo Tomás de Aquino e Coordenadores Regionais da Animação Bíblico-Catequética, tendo como assessor o Padre Enéa de Camargo Bête
Colaboração: Ricardo Aparecido
Peregrinação da Imagem Sagrada Família
Em preparação à Semana da Família que acontecerá em agosto, a Diocese
de Jundiaí enviou uma Imagem da Sagrada Família para peregrinar na
Matriz e suas comunidades. Registramos a chegada da imagem à
Comunidade Santa Elizabeth que a levou para a Nossa Senhora D’Oropa no dia 29 de junho, seguida das comunidades Santa Luzia (5 de julho), São
Norberto (13 de julho), Nossa Senhora das Dores (19 de julho), Sagrada
Família (26 de julho) e Santa Rosa de Lima (2 de agosto). Assim a
pequena imagem que a Diocese enviou da Sagrada Família fez a
peregrinação em todas as comunidades pertencentes à Matriz Cristo Rei.
Com muita alegria todas as acolheram com devoção. A imagem volta para
a Matriz para realizar a Semana da Família.
26 de julho dia de Sant’Ana e São Joaquim
MÃE DA MÃE DE DEUS
Santa Ana ou Sant’Ana (latim Anna, e este do hebraico Hhannah-Graça)
foi mãe da Virgem Maria e avó de Jesus Cristo. Sant’Ana é aquela
privilegiada criatura que Deus escolheu, para ser na terra, Mãe da
Virgem Imaculada. Sant’Ana, depois de São José, foi a criatura que
mais perto esteve do Verbo Encarnado. A intimidade do sangue e do
parentesco. De Sant’Ana bem pouco nos dizem a história e a Sagrada
Escritura, mas basta sabermos, para compreendermos quem ela é, e quão
grande é o seu poder, basta-nos só isso: É A MÃE DA MÃE DE JESUS, A
AVÓ DE JESUS CRISTO. Louvamos a Maria porque é a Mãe de Deus. Louvamos
a Sant’Ana porque é a Mãe da Mãe de Deus. Não se pode fazer uma ideia
mais elevada, mais exata do mérito e das virtudes extraordinárias de
Sant’Ana, do que dizendo e meditando esta verdade: "ELA DEU AO MUNDO A MÃE DO FILHO DE DEUS ENCARNADO." Os dados biográficos que sabemos sobre os pais da Bem Aventurada Virgem Maria nos foram legados pelo Proto-Evangelho de Tiago, obra citada em diversos estudos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa. Sant'Ana, cujo nome em hebraico significa graça, pertencia à família do sacerdote Aarão e seu marido, São Joaquim pertencia à família real de Davi. Seu marido, São Joaquim, homem pio fora censurado pelo sacerdote Rúben por não ter filhos. Mas Sant’Ana já era idosa e estéril. Confiando no
poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer
penitência. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia
ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant’Ana
ficou grávida. A paciência e a resignação com que sofriam a
esterilidade levaram-lhes ao prêmio de ter por filha aquela que havia
de ser a Mãe de Deus.
Ana e Joaquim residiam em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesaida,
onde hoje se ergue a Basílica de Sant’Ana; e aí, num sábado, 8 de
setembro do ano 20 a.C., nasceu-lhes uma filha que recebeu o nome de
Miriam que em hebraico significa Senhora da Luz, traduzido para o
latim como Maria. Maria foi oferecida ao Templo de Jerusalém aos três
anos, tendo lá permanecido até os doze anos. A devoção aos pais de
Nossa Senhora é muito antiga no Oriente, onde foram cultuados desde os
primeiros séculos de nossa era, atingindo sua plenitude no século VI.
Já no Ocidente, o culto de Sant’Ana remonta ao século VIII, quando, no
ano de 710, suas relíquias foram levadas da Terra Santa para
Constantinopla, donde foram distribuídas para muitas igrejas do
Ocidente, estando a maior delas na igreja de Sant’Ana, em Düren,
Renânia, Alemanha. Seu culto foi tornando-se muito popular na Idade Média, especialmente na Alemanha. Em 1378, o Papa Urbano IV oficializou seu culto. Em 1584, o Papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant’Ana em 26 de Julho, e o Papa Leão XIII a estendeu para toda a Igreja, em 1879. Na França, o culto da Mãe de Maria teve um impulso extraordinário depois das aparições da Santa em Auray, em 1623. Tendo sido São Joaquim comemorado, inicialmente, em dia diverso ao de Sant’Ana, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima. Em nada pode ficar prejudicado o louvor de Sant’Ana e de São Joaquim porque a Bíblia não traz os seus nomes benditos. Não diz o Eclesiástico que “não se conhece melhor um homem do que pelos filhos que deixa?”. E o Livro dos Provérbios afirma que “o mérito do filho faz a glória do pai”. É impossível maior grandeza que a de Maria Santíssima. Portanto, o louvor da Mãe de Deus não encerra de certo modo o louvor e a glória da Mãe da Mãe de Deus? Que filha mais elevada
e glorificada que Maria? E por quê? Porque dela nasceu o Redentor do
mundo, e a fez bendita entre todas as mulheres. Que Mãe, depois de
Maria foi mais honrada, mais privilegiada que a Mãe daquela que é a
Mãe do seu Criador? Podemos dizer também a Sant’Ana nas devidas
proporções do louvor: “Todas as gerações vos hão de chamar
bem-aventurada, porque sois bendita entre todas as mulheres e bendito
é o fruto do vosso ventre- Maria”.
Coluna Padre Enéas
A vocação
Caros amigos, a palavra vocação vem do latim vocare que significa
chamado. Todos nós somos chamados, de uma forma ou de outra a fazer
algo ou alguma coisa. Antigamente este termo significava qualquer
espécie de aptidão. Depois ele foi adquirindo um significado religioso
passando a designar o chamado de Deus. Após chamar o homem para a
vida, Deus torna a chamá-lo, porque há muitas coisas que Ele deseja
fazer no mundo através do homem. Deus não quer agir sozinho. Por isso,
quando Ele chama, chama para pedir alguma coisa, confiar alguma
missão: “Deus não quis reter só para si o exercício de todos os
poderes. Confia a cada criatura as funções que esta é capaz de
exercer, segundo as capacidades da própria natureza. Este modo de
governo deve ser imitado na vida social” (Catecismo da Igreja
Católica, 1884). A Bíblia, desde o Antigo ao Novo Testamento, está
cheia de narrações a que chamamos experiências de vocação. Nos textos
bíblicos encontram-se sempre três elementos base: «deixar» uma
situação, «assumir» uma missão, «viver» uma aliança. Assim, para
entender a vocação bíblica é preciso entrar na temática da relação
interpessoal, numa estrutura de diálogo. Um grande exemplo disso é a
figura do nosso pai da fé, Abraão. O texto conta-nos que Deus disse e
ele ouviu: “Saia de sua terra, do meio de seus parentes e da casa de
seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Eu farei de você um
grande povo, e o abençoarei; tornarei famoso o seu nome, de modo que
se torne uma bênção (Gn 12,1-2). Se abrirmos o Novo Testamento,
encontramos com facilidade Jesus a dizer a um, Mateus, «Vem e
segue-Me», a dizer a outros, João e Tiago, «Vinde e vede», a Filipe e
a Natanael... a Pedro: «Deixa as redes e segue-Me». Jesus dirige-Se
sempre a pessoas concretas, com nome próprio, que são «escolhidas».
Alguns pontos devem ficar claros ao falarmos de vocação: é que ser
chamado, certamente, não é a tal «vozinha» entendida como um toque
mágico... Não se trata de um «sentimento», ou melhor, não se reduz a
um sentimento. Em segundo lugar, também não se deve confundir vocação
com profissão. A tendência para exercer uma dada profissão ou o
«jeito» pode ser «sentido» como um apelo. Mas, Vocação, como
orientação da vida toda, é diferente da aptidão natural ou tendência,
embora a possa incluir. Contudo, pode-se fazer de uma profissão um
caminho privilegiado para uma vocação cristã. Por exemplo, quando se
vive uma advocacia, uma medicina, o ser professor ou carpinteiro... em
atitude de serviço e em Cristo. A terceira coisa que a vocação não é:
uma questão que só interessa a alguns especiais. Não. Diz respeito a
todos sem exceção. “Como posso saber a minha vocação?” Discernindo o
que Deus escreve e imprime nos nossos corações, pois, seguir uma
vocação é buscar incansavelmente uma resposta aos próprios anseios sob
os critérios do Evangelho. Além disso, os sinais de Deus em nós, os
sinais interiores de estar sintonizado com Ele e, portanto, de ter
acertado com a sua vontade, não podem deixar de ser senão experiências
do que é característico do Espírito Santo. Ora, é próprio do Espírito
deixar na pessoa uma paz profunda, conferir-lhe uma alegria
apostólica, dar-lhe convicção e sentido para a Vida, bem como uma
esperança realista e um movimento em ordem ao amor e à justiça:
“Disponhamos, pois, o nosso coração para que seja «boa terra» a fim de
ouvir, acolher e viver a Palavra e, assim, dar fruto. Quanto mais
soubermos unir-nos a Jesus pela oração, a Sagrada Escritura, a
Eucaristia, aos Sacramentos celebrados e vividos na Igreja, pela
fraternidade, tanto mais há de crescer em nós a alegria de colaborar
com Deus no serviço do Reino de misericórdia e verdade, de justiça e
paz. E a colheita será grande, proporcional à graça que tivermos
sabido, com docilidade, acolherem nós” (Papa Francisco. Mensagem do Papa para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações,16/01/2014).
Palavra de Vida – Agosto de 2014
“Perdoa ao próximo que te prejudicou: assim, quando orares, teus
pecados serão perdoados.” (Eclo 28,2)
Esta Palavra de Vida é tirada de um dos livros do Antigo Testamento,
escrito entre os anos 180 e 170 antes de Cristo por Ben Sirac, um
sábio, um escriba, que exercia sua função de mestre em Jerusalém. Ele
ensina um tema muito estimado em toda a tradição sapiencial bíblica:
Deus é misericordioso para com os pecadores e o seu modo de agir deve
ser imitado por nós. O Senhor perdoa todas as nossas culpas porque “é
misericordioso e compassivo, lento para a cólera e rico em bondade”
(cf. Sl 102[103],3.8). Fecha os olhos para não ver mais os nossos
pecados (cf. Sb 11,23), esquece-os, jogando-os para trás (cf. Is
38,17). Com efeito, escreve ainda Ben Sirac, conhecendo a nossa
pequenez e miséria, Ele “multiplica o perdão”. Deus perdoa porque,
como qualquer pai, qualquer mãe, quer bem aos seus filhos e, portanto,
os desculpa sempre, esconde seus erros, dá a eles confiança e os
encoraja, sem jamais se cansar.
Sendo pai e mãe, Deus não se contenta em amar e perdoar seus filhos e
suas filhas. O seu grande desejo é que eles se tratem como irmãos e
irmãs, que sejam concordes, que se queiram bem, que se amem. A
fraternidade universal: eis o grande projeto de Deus para a
humanidade. Uma fraternidade mais forte que as inevitáveis divisões,
tensões e rancores que se insinuam com tanta facilidade devido às
incompreensões e aos erros.
Muitas vezes as famílias se desagregam porque não sabemos nos perdoar.
Ódios antigos dão continuidade à divisão entre parentes, entre grupos
sociais, entre povos. Às vezes até encontramos pessoas que ensinam a
não esquecer as injustiças sofridas, a cultivar sentimentos de
vingança... E um rancor surdo envenena a alma e corrói o coração.
Há quem pense que o perdão é uma fraqueza. Não. Ele é a expressão de
uma coragem extrema; é amor verdadeiro, o mais autêntico por ser o
mais desinteressado. “Se amais somente aqueles que vos amam, que
recompensa tereis?” – diz Jesus. Isso todos sabem fazer. Mas vós,
“amai os vossos inimigos” (cf. Mt 5,43-48).
Também a nós Ele pede que, aprendendo dele, tenhamos um amor de pai,
um amor de mãe, um amor de misericórdia para com todos os que
encontramos no nosso dia, sobretudo para com aqueles que erram. E
àqueles, então, que são chamados a viver uma espiritualidade de
comunhão, ou seja, a espiritualidade cristã, o Novo Testamento pede
ainda mais: “Perdoai-vos mutuamente” (cf. Cl 3,13). O amor mútuo
exige, de certo modo, um pacto entre nós: estar sempre prontos a nos
perdoarmos um ao outro. Só assim poderemos contribuir para criar a
fraternidade universal.
“Perdoa ao próximo que te prejudicou: assim, quando orares, teus
pecados serão perdoados.”
Estas palavras não só nos convidam a perdoar, mas nos recordam que o
perdão é a condição necessária para que também nós possamos ser
perdoados. Deus nos ouve e nos perdoa na medida em que soubermos
perdoar. O próprio Jesus nos exorta: “A mesma medida que usardes para
os outros servirá para vós” (Mt 7,2). “Felizes os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia” (Mt 5,7). De fato, se o coração
estiver endurecido pelo ódio, também não será capaz de reconhecer e de
acolher o amor misericordioso de Deus.
Como, então, podemos viver esta Palavra de Vida? Certamente perdoando
de imediato, se existir alguém com quem ainda não nos tivermos
reconciliado. Mas isso não basta. Será necessário remexer nos recantos
mais escondidos do nosso coração e eliminar até mesmo a simples
indiferença, a falta de benevolência, toda atitude de superioridade,
de negligência, com relação a quem quer que passe ao nosso lado.
Ainda mais. Torna-se necessária uma ação de prevenção: assim, a cada
dia vejo com um novo olhar a todos os que encontro, na família, na
escola, no trabalho, na loja, pronto a não fazer caso daquilo que não
me agrada no seu modo de agir, disposto a não julgar, a dar-lhes
confiança, a esperar sempre, a acreditar sempre. E me aproximo de cada
pessoa com essa anistia completa no coração, com esse perdão
universal. Não me lembro mais, absolutamente, de seus defeitos, para
encobrir tudo com o amor. E, ao longo do dia, se eu cometi uma
grosseria ou tive um ímpeto de impaciência, então procuro remediar com
um pedido de desculpa ou um gesto de amizade. A uma atitude de
rejeição instintiva do outro, faço seguir uma atitude de plena
acolhida, de misericórdia sem limite, de perdão completo, de partilha,
de atenção para com as suas necessidades. Então também eu, quando elevar minha oração ao Pai, sobretudo quando lhe pedir perdão pelos meus erros, verei o meu pedido ser atendido. Poderei dizer com plena confiança: “Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos têm ofendido” (cf. Mt 6,12).
Este comentário à Palavra de Vida foi publicado originalmente em setembro de 2002.
Chiara Lubich
Contato do Movimento dos Focolares em Salto -Ederli e Expedito pelo
telefone: (11) 4028-7798.
Batizados de Julho
Acolhemos os Batizados, seus Pais e Padrinhos e aguardamos sempre
todos na Casa de Deus.
“Eu vos batizei com água; Jesus, porém, vos batizará no Espírito Santo”.
Data da Celebração: 20 de Julho de 2014
Celebrante – Diácono Joaquim Luiz de Arruda
“Casar-se não é decisão de um dia ou a opção por um tempo determinado,
mas é e deve ser uma opção de vida e para vida toda”.
Ao casal Milton e Aparecida Lima Lopes, que no dia 19 de agosto
comemora Bodas de Prata, queremos dizer: O amor que os levou a assumir
um compromisso para a vida inteira, também lhes trouxe muitos motivos
de alegria. Logo mais estarão comemorando 25 anos de união. Desejamos
ao casal mais e mais alegria, paz e muitas felicidades! Parabéns!

Luana Basílio e Kleber Ricardo de Sales comemoram dia 24 de Agosto
Bodas de Seda (12 anos) de casados, a este casal amigo e paroquiano
nós desejamos que a multiplicação destes anos seja infinita e que possam viver o Amor a Fidelidade a Cumplicidade a Generosidade e a Graça de Deus em suas Vidas junto a toda Família. Felicidades!
Proclamas
Se alguém souber de algum impedimento, manifeste-se na forma da lei
Dia 02/08 às 10h- Giane Andrea Tosini dos Santos e Celso Rosa de Oliveira
Dia 02/08 às 10h - Vanusa Aparecida Oliveira da Cruz e Alexandre
Joaquim da Cruz
Dia 09/08 às 11h - Marcos Atila Silva dos Santos e Joice Apª Pereira dos Santos
Dia 23/08 às 20h - Everton Nogueira e Taisa Rocha da Silva
Dia 30/08 às 11h - Josias Teodoro Pereira e Helen Cristina P. Leme Pereira
Notas e Notícias
Importante!46° Encontro de Casais 2ª Etapa será realizado na Matriz
Cristo Rei nos dias 29,30 e 31/8. Este encontro é para toda a cidade
de Salto abrangendo as cinco paróquias. Se você já fez a 1ª etapa do
ECC e gostaria de rezar por esta 2ª Etapa na Capela do Santíssimo dentro do encontro você é bem vindo, pois precisamos rezar pelas famílias e convidamos você para fazer uma hora de vigília na sexta, sábado e domingo. A direção agradece. Esperamos você!
Histórico Nossa Senhora das Neves
No dia 5 de julho a Comunidade Nossa Senhora das Dores realizou a sua
festa julina. Como experiência, neste ano a festa aconteceu no centro
de catequese da Matriz de Cristo Rei, mas habitualmente é feita em
frente à Igreja que fica no Icaraí. Foi um evento muito bem
participado e animado. A Festa contou com muitas famílias, bingo,
música e alegria. A todos da Comunidade Nossa Senhora das Dores que
trabalharam e se doaram e aos que participaram nossos agradecimentos.
Muito obrigado!
Festa
Julina Comunidade Santa Elizabeth
Festa Julina na Comunidade Santa Elizabeth aconteceu nos dias 19 e 20 de Julho a partir das 18h. muita animação e alegria, com os jovens fazendo a musica ao vivo um momento muito agradável e familiar. Foi servido pastel, cuscuz, vinho quente, quentão cachorro quente, lanche de pernil etc. Ocê que não veio perdeu um baita Arraiá.
Encontro Diocesano da Animação Bíblico-Catequética
Aconteceu no dia 5 de julho, o Encontro Diocesano de Formação eEspiritualidade dos coordenadores da Animação Bíblico-Catequética, que
contou com a presença de mais de 200 coordenadores e representantes
dos níveis de catequese na Cúria Diocesana em Jundiaí, sendo conduzido
pelos coordenadores diocesanos Roberta e Ana Paula e pelo Padre
Joaquim.
Colaboração: Ricardo Aparecido
Semana Teológica Catequética
A Semana Teológica Catequética ocorreu nos dias 01,02 e 03 de julho
no Centro Comunitário da Matriz Nossa Senhora do Monte Serrat com o
tema “Virtudes Teologais, Fé, Esperança e Caridade”, ministrado pelo
Professor Carlos Ramalhete. Cerca de150 pessoas aproveitaram esta
formação organizada pelo núcleo Santo Tomás de Aquino e Coordenadores Regionais da Animação Bíblico-Catequética, tendo como assessor o Padre Enéa de Camargo Bête
Colaboração: Ricardo Aparecido
Peregrinação da Imagem Sagrada Família
às Comunidades da Cristo Rei
Em preparação à Semana da Família que acontecerá em agosto, a Diocese
de Jundiaí enviou uma Imagem da Sagrada Família para peregrinar na
Matriz e suas comunidades. Registramos a chegada da imagem à
Comunidade Santa Elizabeth que a levou para a Nossa Senhora D’Oropa no dia 29 de junho, seguida das comunidades Santa Luzia (5 de julho), São
Norberto (13 de julho), Nossa Senhora das Dores (19 de julho), Sagrada
Família (26 de julho) e Santa Rosa de Lima (2 de agosto). Assim a
pequena imagem que a Diocese enviou da Sagrada Família fez a
peregrinação em todas as comunidades pertencentes à Matriz Cristo Rei.
Com muita alegria todas as acolheram com devoção. A imagem volta para
a Matriz para realizar a Semana da Família.
26 de julho dia de Sant’Ana e São Joaquim
MÃE DA MÃE DE DEUS
Santa Ana ou Sant’Ana (latim Anna, e este do hebraico Hhannah-Graça)
foi mãe da Virgem Maria e avó de Jesus Cristo. Sant’Ana é aquela
privilegiada criatura que Deus escolheu, para ser na terra, Mãe da
Virgem Imaculada. Sant’Ana, depois de São José, foi a criatura que
mais perto esteve do Verbo Encarnado. A intimidade do sangue e do
parentesco. De Sant’Ana bem pouco nos dizem a história e a Sagrada
Escritura, mas basta sabermos, para compreendermos quem ela é, e quão
grande é o seu poder, basta-nos só isso: É A MÃE DA MÃE DE JESUS, A
AVÓ DE JESUS CRISTO. Louvamos a Maria porque é a Mãe de Deus. Louvamos
a Sant’Ana porque é a Mãe da Mãe de Deus. Não se pode fazer uma ideia
mais elevada, mais exata do mérito e das virtudes extraordinárias de
Sant’Ana, do que dizendo e meditando esta verdade: "ELA DEU AO MUNDO A MÃE DO FILHO DE DEUS ENCARNADO." Os dados biográficos que sabemos sobre os pais da Bem Aventurada Virgem Maria nos foram legados pelo Proto-Evangelho de Tiago, obra citada em diversos estudos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa. Sant'Ana, cujo nome em hebraico significa graça, pertencia à família do sacerdote Aarão e seu marido, São Joaquim pertencia à família real de Davi. Seu marido, São Joaquim, homem pio fora censurado pelo sacerdote Rúben por não ter filhos. Mas Sant’Ana já era idosa e estéril. Confiando no
poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer
penitência. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia
ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant’Ana
ficou grávida. A paciência e a resignação com que sofriam a
esterilidade levaram-lhes ao prêmio de ter por filha aquela que havia
de ser a Mãe de Deus.
Ana e Joaquim residiam em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesaida,
onde hoje se ergue a Basílica de Sant’Ana; e aí, num sábado, 8 de
setembro do ano 20 a.C., nasceu-lhes uma filha que recebeu o nome de
Miriam que em hebraico significa Senhora da Luz, traduzido para o
latim como Maria. Maria foi oferecida ao Templo de Jerusalém aos três
anos, tendo lá permanecido até os doze anos. A devoção aos pais de
Nossa Senhora é muito antiga no Oriente, onde foram cultuados desde os
primeiros séculos de nossa era, atingindo sua plenitude no século VI.
Já no Ocidente, o culto de Sant’Ana remonta ao século VIII, quando, no
ano de 710, suas relíquias foram levadas da Terra Santa para
Constantinopla, donde foram distribuídas para muitas igrejas do
Ocidente, estando a maior delas na igreja de Sant’Ana, em Düren,
Renânia, Alemanha. Seu culto foi tornando-se muito popular na Idade Média, especialmente na Alemanha. Em 1378, o Papa Urbano IV oficializou seu culto. Em 1584, o Papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant’Ana em 26 de Julho, e o Papa Leão XIII a estendeu para toda a Igreja, em 1879. Na França, o culto da Mãe de Maria teve um impulso extraordinário depois das aparições da Santa em Auray, em 1623. Tendo sido São Joaquim comemorado, inicialmente, em dia diverso ao de Sant’Ana, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima. Em nada pode ficar prejudicado o louvor de Sant’Ana e de São Joaquim porque a Bíblia não traz os seus nomes benditos. Não diz o Eclesiástico que “não se conhece melhor um homem do que pelos filhos que deixa?”. E o Livro dos Provérbios afirma que “o mérito do filho faz a glória do pai”. É impossível maior grandeza que a de Maria Santíssima. Portanto, o louvor da Mãe de Deus não encerra de certo modo o louvor e a glória da Mãe da Mãe de Deus? Que filha mais elevada
e glorificada que Maria? E por quê? Porque dela nasceu o Redentor do
mundo, e a fez bendita entre todas as mulheres. Que Mãe, depois de
Maria foi mais honrada, mais privilegiada que a Mãe daquela que é a
Mãe do seu Criador? Podemos dizer também a Sant’Ana nas devidas
proporções do louvor: “Todas as gerações vos hão de chamar
bem-aventurada, porque sois bendita entre todas as mulheres e bendito
é o fruto do vosso ventre- Maria”.
Coluna Padre Enéas
A vocação
Caros amigos, a palavra vocação vem do latim vocare que significa
chamado. Todos nós somos chamados, de uma forma ou de outra a fazer
algo ou alguma coisa. Antigamente este termo significava qualquer
espécie de aptidão. Depois ele foi adquirindo um significado religioso
passando a designar o chamado de Deus. Após chamar o homem para a
vida, Deus torna a chamá-lo, porque há muitas coisas que Ele deseja
fazer no mundo através do homem. Deus não quer agir sozinho. Por isso,
quando Ele chama, chama para pedir alguma coisa, confiar alguma
missão: “Deus não quis reter só para si o exercício de todos os
poderes. Confia a cada criatura as funções que esta é capaz de
exercer, segundo as capacidades da própria natureza. Este modo de
governo deve ser imitado na vida social” (Catecismo da Igreja
Católica, 1884). A Bíblia, desde o Antigo ao Novo Testamento, está
cheia de narrações a que chamamos experiências de vocação. Nos textos
bíblicos encontram-se sempre três elementos base: «deixar» uma
situação, «assumir» uma missão, «viver» uma aliança. Assim, para
entender a vocação bíblica é preciso entrar na temática da relação
interpessoal, numa estrutura de diálogo. Um grande exemplo disso é a
figura do nosso pai da fé, Abraão. O texto conta-nos que Deus disse e
ele ouviu: “Saia de sua terra, do meio de seus parentes e da casa de
seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Eu farei de você um
grande povo, e o abençoarei; tornarei famoso o seu nome, de modo que
se torne uma bênção (Gn 12,1-2). Se abrirmos o Novo Testamento,
encontramos com facilidade Jesus a dizer a um, Mateus, «Vem e
segue-Me», a dizer a outros, João e Tiago, «Vinde e vede», a Filipe e
a Natanael... a Pedro: «Deixa as redes e segue-Me». Jesus dirige-Se
sempre a pessoas concretas, com nome próprio, que são «escolhidas».
Alguns pontos devem ficar claros ao falarmos de vocação: é que ser
chamado, certamente, não é a tal «vozinha» entendida como um toque
mágico... Não se trata de um «sentimento», ou melhor, não se reduz a
um sentimento. Em segundo lugar, também não se deve confundir vocação
com profissão. A tendência para exercer uma dada profissão ou o
«jeito» pode ser «sentido» como um apelo. Mas, Vocação, como
orientação da vida toda, é diferente da aptidão natural ou tendência,
embora a possa incluir. Contudo, pode-se fazer de uma profissão um
caminho privilegiado para uma vocação cristã. Por exemplo, quando se
vive uma advocacia, uma medicina, o ser professor ou carpinteiro... em
atitude de serviço e em Cristo. A terceira coisa que a vocação não é:
uma questão que só interessa a alguns especiais. Não. Diz respeito a
todos sem exceção. “Como posso saber a minha vocação?” Discernindo o
que Deus escreve e imprime nos nossos corações, pois, seguir uma
vocação é buscar incansavelmente uma resposta aos próprios anseios sob
os critérios do Evangelho. Além disso, os sinais de Deus em nós, os
sinais interiores de estar sintonizado com Ele e, portanto, de ter
acertado com a sua vontade, não podem deixar de ser senão experiências
do que é característico do Espírito Santo. Ora, é próprio do Espírito
deixar na pessoa uma paz profunda, conferir-lhe uma alegria
apostólica, dar-lhe convicção e sentido para a Vida, bem como uma
esperança realista e um movimento em ordem ao amor e à justiça:
“Disponhamos, pois, o nosso coração para que seja «boa terra» a fim de
ouvir, acolher e viver a Palavra e, assim, dar fruto. Quanto mais
soubermos unir-nos a Jesus pela oração, a Sagrada Escritura, a
Eucaristia, aos Sacramentos celebrados e vividos na Igreja, pela
fraternidade, tanto mais há de crescer em nós a alegria de colaborar
com Deus no serviço do Reino de misericórdia e verdade, de justiça e
paz. E a colheita será grande, proporcional à graça que tivermos
sabido, com docilidade, acolherem nós” (Papa Francisco. Mensagem do Papa para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações,16/01/2014).
Deus
abençoe a todos.
Pe. Enéas de Camargo Bête.
Pe. Enéas de Camargo Bête.
Palavra de Vida – Agosto de 2014
“Perdoa ao próximo que te prejudicou: assim, quando orares, teus
pecados serão perdoados.” (Eclo 28,2)
Esta Palavra de Vida é tirada de um dos livros do Antigo Testamento,
escrito entre os anos 180 e 170 antes de Cristo por Ben Sirac, um
sábio, um escriba, que exercia sua função de mestre em Jerusalém. Ele
ensina um tema muito estimado em toda a tradição sapiencial bíblica:
Deus é misericordioso para com os pecadores e o seu modo de agir deve
ser imitado por nós. O Senhor perdoa todas as nossas culpas porque “é
misericordioso e compassivo, lento para a cólera e rico em bondade”
(cf. Sl 102[103],3.8). Fecha os olhos para não ver mais os nossos
pecados (cf. Sb 11,23), esquece-os, jogando-os para trás (cf. Is
38,17). Com efeito, escreve ainda Ben Sirac, conhecendo a nossa
pequenez e miséria, Ele “multiplica o perdão”. Deus perdoa porque,
como qualquer pai, qualquer mãe, quer bem aos seus filhos e, portanto,
os desculpa sempre, esconde seus erros, dá a eles confiança e os
encoraja, sem jamais se cansar.
Sendo pai e mãe, Deus não se contenta em amar e perdoar seus filhos e
suas filhas. O seu grande desejo é que eles se tratem como irmãos e
irmãs, que sejam concordes, que se queiram bem, que se amem. A
fraternidade universal: eis o grande projeto de Deus para a
humanidade. Uma fraternidade mais forte que as inevitáveis divisões,
tensões e rancores que se insinuam com tanta facilidade devido às
incompreensões e aos erros.
Muitas vezes as famílias se desagregam porque não sabemos nos perdoar.
Ódios antigos dão continuidade à divisão entre parentes, entre grupos
sociais, entre povos. Às vezes até encontramos pessoas que ensinam a
não esquecer as injustiças sofridas, a cultivar sentimentos de
vingança... E um rancor surdo envenena a alma e corrói o coração.
Há quem pense que o perdão é uma fraqueza. Não. Ele é a expressão de
uma coragem extrema; é amor verdadeiro, o mais autêntico por ser o
mais desinteressado. “Se amais somente aqueles que vos amam, que
recompensa tereis?” – diz Jesus. Isso todos sabem fazer. Mas vós,
“amai os vossos inimigos” (cf. Mt 5,43-48).
Também a nós Ele pede que, aprendendo dele, tenhamos um amor de pai,
um amor de mãe, um amor de misericórdia para com todos os que
encontramos no nosso dia, sobretudo para com aqueles que erram. E
àqueles, então, que são chamados a viver uma espiritualidade de
comunhão, ou seja, a espiritualidade cristã, o Novo Testamento pede
ainda mais: “Perdoai-vos mutuamente” (cf. Cl 3,13). O amor mútuo
exige, de certo modo, um pacto entre nós: estar sempre prontos a nos
perdoarmos um ao outro. Só assim poderemos contribuir para criar a
fraternidade universal.
“Perdoa ao próximo que te prejudicou: assim, quando orares, teus
pecados serão perdoados.”
Estas palavras não só nos convidam a perdoar, mas nos recordam que o
perdão é a condição necessária para que também nós possamos ser
perdoados. Deus nos ouve e nos perdoa na medida em que soubermos
perdoar. O próprio Jesus nos exorta: “A mesma medida que usardes para
os outros servirá para vós” (Mt 7,2). “Felizes os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia” (Mt 5,7). De fato, se o coração
estiver endurecido pelo ódio, também não será capaz de reconhecer e de
acolher o amor misericordioso de Deus.
Como, então, podemos viver esta Palavra de Vida? Certamente perdoando
de imediato, se existir alguém com quem ainda não nos tivermos
reconciliado. Mas isso não basta. Será necessário remexer nos recantos
mais escondidos do nosso coração e eliminar até mesmo a simples
indiferença, a falta de benevolência, toda atitude de superioridade,
de negligência, com relação a quem quer que passe ao nosso lado.
Ainda mais. Torna-se necessária uma ação de prevenção: assim, a cada
dia vejo com um novo olhar a todos os que encontro, na família, na
escola, no trabalho, na loja, pronto a não fazer caso daquilo que não
me agrada no seu modo de agir, disposto a não julgar, a dar-lhes
confiança, a esperar sempre, a acreditar sempre. E me aproximo de cada
pessoa com essa anistia completa no coração, com esse perdão
universal. Não me lembro mais, absolutamente, de seus defeitos, para
encobrir tudo com o amor. E, ao longo do dia, se eu cometi uma
grosseria ou tive um ímpeto de impaciência, então procuro remediar com
um pedido de desculpa ou um gesto de amizade. A uma atitude de
rejeição instintiva do outro, faço seguir uma atitude de plena
acolhida, de misericórdia sem limite, de perdão completo, de partilha,
de atenção para com as suas necessidades. Então também eu, quando elevar minha oração ao Pai, sobretudo quando lhe pedir perdão pelos meus erros, verei o meu pedido ser atendido. Poderei dizer com plena confiança: “Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos têm ofendido” (cf. Mt 6,12).
Este comentário à Palavra de Vida foi publicado originalmente em setembro de 2002.
Chiara Lubich
Contato do Movimento dos Focolares em Salto -Ederli e Expedito pelo
telefone: (11) 4028-7798.
Batizados de Julho
Acolhemos os Batizados, seus Pais e Padrinhos e aguardamos sempre
todos na Casa de Deus.
“Eu vos batizei com água; Jesus, porém, vos batizará no Espírito Santo”.
Data da Celebração: 20 de Julho de 2014
Celebrante – Diácono Joaquim Luiz de Arruda
Local: Matriz Cristo Rei
1. Maria Eduarda de Oliveira Carvalho
2. Richard Matheus Rocha da Conceição
3. Davi Bernardes Macedo da Silva
4. Heitor Lorenzo Pedretti de Souza
5. Bianca Oliveira da Cruz
6. Sabrina Ferrarezi de Campos
7. Bryan Miguel Barcelos Fontes
8. Isadora Silva Garcia
9. Kauan Gabriel Marroni
10. Pedro Gonçalves Bebel Rodrigues
11. Davi Michelone
12. Bianca Souto Martins
Aniversário
1. Maria Eduarda de Oliveira Carvalho
2. Richard Matheus Rocha da Conceição
3. Davi Bernardes Macedo da Silva
4. Heitor Lorenzo Pedretti de Souza
5. Bianca Oliveira da Cruz
6. Sabrina Ferrarezi de Campos
7. Bryan Miguel Barcelos Fontes
8. Isadora Silva Garcia
9. Kauan Gabriel Marroni
10. Pedro Gonçalves Bebel Rodrigues
11. Davi Michelone
12. Bianca Souto Martins
Aniversário
“Casar-se não é decisão de um dia ou a opção por um tempo determinado,
mas é e deve ser uma opção de vida e para vida toda”.
Ao casal Milton e Aparecida Lima Lopes, que no dia 19 de agosto
comemora Bodas de Prata, queremos dizer: O amor que os levou a assumir
um compromisso para a vida inteira, também lhes trouxe muitos motivos
de alegria. Logo mais estarão comemorando 25 anos de união. Desejamos
ao casal mais e mais alegria, paz e muitas felicidades! Parabéns!

Luana Basílio e Kleber Ricardo de Sales comemoram dia 24 de Agosto
Bodas de Seda (12 anos) de casados, a este casal amigo e paroquiano
nós desejamos que a multiplicação destes anos seja infinita e que possam viver o Amor a Fidelidade a Cumplicidade a Generosidade e a Graça de Deus em suas Vidas junto a toda Família. Felicidades!
Proclamas
Se alguém souber de algum impedimento, manifeste-se na forma da lei
Dia 02/08 às 10h- Giane Andrea Tosini dos Santos e Celso Rosa de Oliveira
Dia 02/08 às 10h - Vanusa Aparecida Oliveira da Cruz e Alexandre
Joaquim da Cruz
Dia 09/08 às 11h - Marcos Atila Silva dos Santos e Joice Apª Pereira dos Santos
Dia 23/08 às 20h - Everton Nogueira e Taisa Rocha da Silva
Dia 30/08 às 11h - Josias Teodoro Pereira e Helen Cristina P. Leme Pereira
Notas e Notícias
Abertura
Semana da Família: Dia 10/8 às 10h da manhã e dando
continuidade a Semana da Família o ECC conduz nos dias 11 a 17/8 às
19h nas missas. Todas as Famílias estão convidadas á vivenciar esta
semana juntos em Comunidade. Aguardamos a todos!
Tríduo Nossa Senhora das Neves: Às 19h30 nos dias 14/8 com Diácono
Joaquim e 15/8 com Pe. Enéas. Dia 16/8 parte festiva a partir das 18h
no salão da comunidade. Dia 17/8 Missa Solene às 8h. Almoço com
Leilão. Venha Participar da Festa de Nossa Senhora das Neves no Bairro
do Buru.
Festa de Santa Rosa de Lima: Parte Festiva no Sábado dia 23/8 a partir
das 18h. No domingo dia 24/8 às 8h - Missa e procissão. Participe!
continuidade a Semana da Família o ECC conduz nos dias 11 a 17/8 às
19h nas missas. Todas as Famílias estão convidadas á vivenciar esta
semana juntos em Comunidade. Aguardamos a todos!
Tríduo Nossa Senhora das Neves: Às 19h30 nos dias 14/8 com Diácono
Joaquim e 15/8 com Pe. Enéas. Dia 16/8 parte festiva a partir das 18h
no salão da comunidade. Dia 17/8 Missa Solene às 8h. Almoço com
Leilão. Venha Participar da Festa de Nossa Senhora das Neves no Bairro
do Buru.
Festa de Santa Rosa de Lima: Parte Festiva no Sábado dia 23/8 a partir
das 18h. No domingo dia 24/8 às 8h - Missa e procissão. Participe!
Feijoada com Pagonejo: Dia 23 de agosto às 20h. no Espaço Festivo da
Paróquia Cristo Rei. Adesão por pessoa R$ 25,00 bebida à parte. Show com o Grupo
Ousadia e a duplo Marcelo Mattos e Odair. Venha Participar!
Importante!46° Encontro de Casais 2ª Etapa será realizado na Matriz
Cristo Rei nos dias 29,30 e 31/8. Este encontro é para toda a cidade
de Salto abrangendo as cinco paróquias. Se você já fez a 1ª etapa do
ECC e gostaria de rezar por esta 2ª Etapa na Capela do Santíssimo dentro do encontro você é bem vindo, pois precisamos rezar pelas famílias e convidamos você para fazer uma hora de vigília na sexta, sábado e domingo. A direção agradece. Esperamos você!
Histórico Nossa Senhora das Neves
Em 1886,imigrantes de famílias italianas
instalaram-se nas lavouras
de café no Bairro Buru. Uma dessas famílias trouxe da Itália uma
imagem de Nossa Senhora das Neves propagando o culto a Virgem Maria.O povo da região passou a se reunir para a reza do terço e no mês de
agosto fazia a novena que encerrava com procissão com a imagem Nossa
Senhora das Neves. Após a procissão fazia-se uma singela festa para
angariar fundos para a construção de uma capela para Virgem Maria.
Nesta época o bairro do Buru pertencia a Matriz Nossa Senhora do Monte
Serrat, que tinha por Pároco o Padre Jesuíta Bartolomeu Tadei. A 1ª
capela foi construída a direita da estrada logo depois da ponte que
vai para o Buru e assim foi entronizada a imagem de Nossa Senhora das
Neves que a família imigrante trouxe da Itália. Em 1923, os fiéis que
ali participavam pensavam em construir uma Igreja maior e amadurecendo
a ideia alguns anos depois em 7 de fevereiro de 1932, aproximadamente
40 pessoas se reuniram com o pároco da Matriz na época, Pe. João da
Silva Couto, e pediu a nomeação da 1ª equipe para tomar conta da
capela do Buru e promover as pastorais e movimentos da comunidade. A
1ª equipe que esteve a frente era formada por Sebastião José de
Oliveira, José Paes de Oliveira, Francisco Ribeiro, Florindo Bethiol,
Luiz Gonzaga do Nascimento, Vitorio Bethiol, Cesário Pauli e Domingos
Bethiol. Atendendo ao pedido do Pe. João Couto o Senhor Maximiliano
Rocchi e sua esposa Maria Sirelli e Adélia Cortis doaram o terreno
para a construção da nova capela. A escritura foi lavrada no Cartório
de Salto em 14/7/1936. No dia 2/5/1937, Padre João Couto realizou
Missa às 9h da manhã e às 16h foi lançada e abençoada a Pedra
fundamental na qual encaixada em uma pequena urna e dentro dela foi
depositado uma cópia da presente ata devidamente assinada por todos os
presentes, e moedas de prata e níquel também um exemplar do jornal “O
Povo” que participou do evento. Foi então escolhida uma comissão para
ficar a frente da nova capela que iria ser construída, esta equipe
trabalhou e fez o melhor que pode e assim a comunidade pode inaugurar
no dia 11 de Dezembro de 1938 a nova Capela de Nossa Senhora das
Neves. A solenidade ocorreu às 8h30 pelo Pe. João Couto que fez o
translado da imagem que estava na 1ª capela para atual. Pe. João
querendo fazer o melhor mandou a empresa irmãos Romano S/A de São
Paulo confeccionar uma nova imagem de Nossa Senhora das Neves, muito
bonita por sinal, mas não parecia com a que a família trouxe da Itália
a que iniciou junto da comunidade, o povo sentiu dificuldade em
aceitar a nova, mas acabou acostumando com a imagem que até hoje
permanece no altar da Igreja. De 19 a 24 de abril de 1952 foi feito
missões em todo o bairro do Buru; Confissões, Casamentos, visita aos
doentes, além da elevação do Cruzeiro comemorativo à visita dos
missionários. A capela Nossa Senhora das Neves em 27/02/1966 deixou de
pertencer a Nossa Senhora do Monte Serrat e passou a pertencer a
Matriz São Benedito. Nesta época o Padre a frente era Gastão Oliboni.
Em 1974, Dom Roberto Pinarello de Almeida veio à comunidade realizar o
Sacramento do Crisma a 40 jovens. Mais uma vez a comunidade Nossa
Senhora das Neves sai do território que pertence a São Benedito e
passa a pertencer em 1993 a Matriz Cristo Rei tendo como Pároco na
época Pe. João Batista dos Santos. Hoje com mais de um século a
comunidade continua viva e atuante. Todos os anos no 3º domingo do mês
de agosto se realiza a grandiosa festa em louvor a Nossa Senhora das
Neves com procissão e parte festiva, mas o dia da Padroeira é 5/8.
Sempre na festa, a imagem original que veio da Itália é colocada no
altar para que a outra imagem saia em procissão e após a festa é
retirada e volta na próxima festa.Atualmente, os coordenadores são:
Maria Ap. Gianotto, Isabel Gianotto Paulino, Alcides de Matos que
passaram a coordenar desde 2002 e estão até hoje 2014 a frente desta
comunidade. Eles são os 20° coordenadores desde o nascimento da
Comunidade Nossa Senhora das Neves. De fevereiro a março de 2003, esta
equipe encabeçou uma grande reforma com troca de telhado, pintura,
ampliação do salão da comunidade e melhorias nos banheiros.
Agradecemos a todas as pessoas que já passaram pela Nossa Senhora das
Neves trabalhando, doando e fazendo esta comunidade ser uma Igreja
viva até os dias de hoje. Não podemos deixar de citar os Padres que
desde 1993 passaram por aqui, nossos evangelizadores os Párocos: Pe.
João Batista, Pe. Hermínio Carlos Marson, Pe. João Benedito, Pe.
Juverci Pontes e hoje Pe. Wilson Vitoriano. Tivemos vários Vigários
que também passaram por nós e o Diácono permanente Joaquim Luiz de
Arruda. Nossa Senhora das Neves, rogai por nós e por toda nossa
cidade.
Colaboração : Maria Aparecida Gianotto
de café no Bairro Buru. Uma dessas famílias trouxe da Itália uma
imagem de Nossa Senhora das Neves propagando o culto a Virgem Maria.O povo da região passou a se reunir para a reza do terço e no mês de
agosto fazia a novena que encerrava com procissão com a imagem Nossa
Senhora das Neves. Após a procissão fazia-se uma singela festa para
angariar fundos para a construção de uma capela para Virgem Maria.
Nesta época o bairro do Buru pertencia a Matriz Nossa Senhora do Monte
Serrat, que tinha por Pároco o Padre Jesuíta Bartolomeu Tadei. A 1ª
capela foi construída a direita da estrada logo depois da ponte que
vai para o Buru e assim foi entronizada a imagem de Nossa Senhora das
Neves que a família imigrante trouxe da Itália. Em 1923, os fiéis que
ali participavam pensavam em construir uma Igreja maior e amadurecendo
a ideia alguns anos depois em 7 de fevereiro de 1932, aproximadamente
40 pessoas se reuniram com o pároco da Matriz na época, Pe. João da
Silva Couto, e pediu a nomeação da 1ª equipe para tomar conta da
capela do Buru e promover as pastorais e movimentos da comunidade. A
1ª equipe que esteve a frente era formada por Sebastião José de
Oliveira, José Paes de Oliveira, Francisco Ribeiro, Florindo Bethiol,
Luiz Gonzaga do Nascimento, Vitorio Bethiol, Cesário Pauli e Domingos
Bethiol. Atendendo ao pedido do Pe. João Couto o Senhor Maximiliano
Rocchi e sua esposa Maria Sirelli e Adélia Cortis doaram o terreno
para a construção da nova capela. A escritura foi lavrada no Cartório
de Salto em 14/7/1936. No dia 2/5/1937, Padre João Couto realizou
Missa às 9h da manhã e às 16h foi lançada e abençoada a Pedra
fundamental na qual encaixada em uma pequena urna e dentro dela foi
depositado uma cópia da presente ata devidamente assinada por todos os
presentes, e moedas de prata e níquel também um exemplar do jornal “O
Povo” que participou do evento. Foi então escolhida uma comissão para
ficar a frente da nova capela que iria ser construída, esta equipe
trabalhou e fez o melhor que pode e assim a comunidade pode inaugurar
no dia 11 de Dezembro de 1938 a nova Capela de Nossa Senhora das
Neves. A solenidade ocorreu às 8h30 pelo Pe. João Couto que fez o
translado da imagem que estava na 1ª capela para atual. Pe. João
querendo fazer o melhor mandou a empresa irmãos Romano S/A de São
Paulo confeccionar uma nova imagem de Nossa Senhora das Neves, muito
bonita por sinal, mas não parecia com a que a família trouxe da Itália
a que iniciou junto da comunidade, o povo sentiu dificuldade em
aceitar a nova, mas acabou acostumando com a imagem que até hoje
permanece no altar da Igreja. De 19 a 24 de abril de 1952 foi feito
missões em todo o bairro do Buru; Confissões, Casamentos, visita aos
doentes, além da elevação do Cruzeiro comemorativo à visita dos
missionários. A capela Nossa Senhora das Neves em 27/02/1966 deixou de
pertencer a Nossa Senhora do Monte Serrat e passou a pertencer a
Matriz São Benedito. Nesta época o Padre a frente era Gastão Oliboni.
Em 1974, Dom Roberto Pinarello de Almeida veio à comunidade realizar o
Sacramento do Crisma a 40 jovens. Mais uma vez a comunidade Nossa
Senhora das Neves sai do território que pertence a São Benedito e
passa a pertencer em 1993 a Matriz Cristo Rei tendo como Pároco na
época Pe. João Batista dos Santos. Hoje com mais de um século a
comunidade continua viva e atuante. Todos os anos no 3º domingo do mês
de agosto se realiza a grandiosa festa em louvor a Nossa Senhora das
Neves com procissão e parte festiva, mas o dia da Padroeira é 5/8.
Sempre na festa, a imagem original que veio da Itália é colocada no
altar para que a outra imagem saia em procissão e após a festa é
retirada e volta na próxima festa.Atualmente, os coordenadores são:
Maria Ap. Gianotto, Isabel Gianotto Paulino, Alcides de Matos que
passaram a coordenar desde 2002 e estão até hoje 2014 a frente desta
comunidade. Eles são os 20° coordenadores desde o nascimento da
Comunidade Nossa Senhora das Neves. De fevereiro a março de 2003, esta
equipe encabeçou uma grande reforma com troca de telhado, pintura,
ampliação do salão da comunidade e melhorias nos banheiros.
Agradecemos a todas as pessoas que já passaram pela Nossa Senhora das
Neves trabalhando, doando e fazendo esta comunidade ser uma Igreja
viva até os dias de hoje. Não podemos deixar de citar os Padres que
desde 1993 passaram por aqui, nossos evangelizadores os Párocos: Pe.
João Batista, Pe. Hermínio Carlos Marson, Pe. João Benedito, Pe.
Juverci Pontes e hoje Pe. Wilson Vitoriano. Tivemos vários Vigários
que também passaram por nós e o Diácono permanente Joaquim Luiz de
Arruda. Nossa Senhora das Neves, rogai por nós e por toda nossa
cidade.
Colaboração : Maria Aparecida Gianotto
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