Hoje 02/02! Posse do novo Paróco da Paróquia Cristo Rei as 18h30 com a presença de Dom Vicente Costa. Venha todos participar e acolher Pe. Wilson!
Informativo de Fevereiro 2014
Editorial
Reunidos, os apóstolos falam com Jesus:
- Mestre, queremos falar algo importante.
- Sim?
- Fizemos um abaixo-assinado.
- Hã?
- O Mestre vem falando há algum tempo sobre se entregar aos inimigos,
esta conversa de morrer por nós e ressuscitar depois... Nosso abaixo-assinado é
para que deixe de lado essas ideias.
- Ai, meu Pai! Meus queridos, isso não tem
cabimento! É preciso que o Filho do Homem seja humilhado antes de ser
glorificado!
- Não, Jesus! A maioria de nós votou e não queremos isso. Temos mais de
400 assinaturas no abaixo-assinado. Por favor, não contrarie a vontade da
maioria.
- Que maioria? Eu devo fazer a vontade do meu Pai
que está no Céu e apenas isso! E a vontade do meu Pai é que eu me entregue em
sacrifício pelos pecados do mundo inteiro!
Resumo: os apóstolos tomaram uma bronca por se meterem onde não deveriam e tudo
aconteceu conforme os desígnios divinos.
Em tempos de liberdade de expressão parece até bonito ver pessoas
pedindo que a Igreja Católica se oriente de acordo com as regras da Democracia.
Acontece que elas não entendem o básico do que seja esta instituição divina e
humana, a mais antiga do mundo.
A Igreja não é uma monarquia. Quem diz isso desconhece sua estrutura. A
monarquia se baseia numa liderança que muda a cada geração, entre pais e filhos
que se sucedem. Na Igreja não há isso.
O que há na Igreja é uma ordem hierárquica. A hierarquia é algo comum no
universo: todas as coisas respondem a uma ordem previamente estabelecida. Basta
estudar, por exemplo, a Lei da Gravidade.
A Igreja tem uma hierarquia porque o próprio Jesus, seu fundador, assim
a estabeleceu. Cristo fez de Pedro o primeiro Papa, que tem sucessores até os
dias atuais. Do poder conferido por Jesus a Pedro, derivaram todas as funções
dos membros da Igreja: diáconos, padres, bispos, cardeais, etc.
A Igreja não pode ser uma república democrática porque não a
administramos apenas por nós mesmos, de acordo com regras humanas. As verdades
que a Igreja vive e celebra, resumidas na oração do Creio, nos foram trazidas
do alto, pelo próprio Jesus. Não temos como ir a contramão disso.
É claro que utilizamos o esquema de votação para muitas coisas na vida
cotidiana das nossas comunidades, mas trata-se de algo completamente diferente
de querer o direito de decidir questões da nossa Doutrina com base na vontade
da maioria.
A Igreja é um mistério divino, muito mais que simples instituição
humana. Mas o orgulho intelectual e a estreiteza de pensamento não deixam
muitos a enxergarem como de fato ela é.
A Igreja é esposa de Cristo e Mãe dos fiéis. O mundo não precisa de uma
Igreja democrática, mas de uma Igreja mais santa e disposta a espalhar o amor
desejado por Deus Pai.
Amém.
Seminarista
Salathiel de Souza
Frase do
mês
“Ensinar alguém para trazê-lo à Fé é tarefa de todo
e qualquer pregador, e até de todo e qualquer crente”
(Santo Tomás de Aquino)
(Santo Tomás de Aquino)
Retrospectiva do Nono ano do informativo Cristo Rei
perseverança a toda a equipe e seus
patrocinadores.
Almoço Fraterno
Um domingo de muita alegria e de um bom bate papo entre as pessoas. A Pascom não pode deixar de ressaltar que esta comunidade tomou esta atitude de se confraternizar com os ministros da Palavra e seus familiares esta atitude tão bonita deve ser valorizada. O trabalho, a dedicação destes homens casados que tem família, trabalho, esposa e sua vida social mais com coragem e dedicação se põem a disposição da Igreja para auxiliar ao sacerdote com suas 12 comunidades presidindo celebrações nestas comunidades e sendo responsável por elas. Parabéns a comunidade Nossa Senhora D'Oropa primeiro pela atitude única em nossas comunidades e sincera.
A comunidade agradece a presença de todos que participaram.
Paz e benção de Nossa Senhora D´Oropa e Nosso Senhor Jesus Cristo!
Missa de Despedida de Pe. Juverci
foi presidida na casa de uma
paroquiana
| Adicionar legenda |
No dia 9
de janeiro, Pe. Juverci presidiu sua última missa como pároco da Cristo Rei no
bairro São João, na casa de Dona Teresinha de Jesus, que é Mariana, Ministra e
Filha do Espírito Santo.
A Missa
foi celebrada na garagem e os fiéis ficaram na rua, que foi fechada para este
momento. O Coral Cristo Rei acompanhada pela Salmista Lea animou a celebração
com lindas músicas. Pe. Juverci narrou sua trajetória na Paróquia Cristo Rei
desde sua chegada, quando ainda era seminarista, a data em que se ordenou
Sacerdote, passou a ser Vigário da Paróquia e retornou como Pároco há dois anos
e agora se despede da comunidade. “Nasci na Paróquia Cristo Rei, morri na
Cristo Rei e ressuscitei na Cristo Rei”, disse o Padre. Ao final, todos que
puderam o cumprimentaram e Dona Teresinha de Jesus falou do seu carinho pelo
Sacerdote e de sua alegria por presidir a última missa em sua casa. Ela lhe
entregou um presente e Padre Juverci se despediu dos paroquianos. Ele realizou
este momento em todas as comunidades da paróquia.
Aniversário
Padre Juverci
Reunião do CPAE com futuro Pároco
da Cristo Rei
Campanha da Fraternidade 2014
Tema: “Fraternidade e Tráfico Humano”
Lema: “É para a liberdade que Cristo nos libertou”.
Lema: “É para a liberdade que Cristo nos libertou”.
Em 2014,
a Campanha da Fraternidade terá como tema “Fraternidade e Tráfico Humano”, cujo
lema será: “É para a liberdade que Cristo nos libertou”.
A escolha
do tema surgiu com a proposta dos Grupos de Trabalhos de Enfrentamento ao
Tráfico de Pessoas e de Combate ao Trabalho Escravo, junto à Conferência dos
Bispos do Brasil (CNBB) e a entidades ligadas à Pastoral da Mobilidade Humana.
A
situação do tráfico humano no país e no mundo é alarmante: a Organização
Internacional do Trabalho (OIT) atenta para o aumento de vítimas do tráfico
humano, do trabalho forçado e do tráfico para a exploração sexual. De acordo
como site da Organização das Nações Unidas (ONU), no Brasil, o tráfico de
pessoas faz cerca de 2,5 milhões de vítimas por ano, incluindo homens, mulheres
e crianças, mas principalmente pessoas vulneráveis e carentes –
psicologicamente e de recursos.
Ecoando
Fraternidade, a Pastoral da Ecologia, a Pastoral Fé e Politica e equipe da CF
convidam a todos para os encontros da CF.
12 de
março às 19h30 - Paróquia Nossa Senhora Aparecida
19 de
março às 19h30 - Paróquia Cristo Rei
26 de
março às 19h30 - Paróquia São Roque
2 de
abril às 19h30 - Paróquia São Benedito.
9 de
abril às 19h30 - Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat.
Contamos
com sua presença!
11 de Fevereiro: dia de Nossa
Senhora de Lourdes
Lourdes é
uma cidade situada no Sudeste da França, pertencente à diocese de Tarbes; dos
santuários marianos, um dos mais frequentados.
Segundo
as declarações de Bernadete Soubirous, menina de 14 anos, filha de pobre moleiro
do lugar, ela teve na gruta de Massabielle 18 aparições de Nossa Senhora, das
quais a primeira foi em 11 de fevereiro de 1858 e a última em 16 de julho do
mesmo ano. Na terceira aparição, em 16 de fevereiro, Maria Santíssima
ordenou-lhe que, durante uma quinzena, viesse à gruta diariamente; em 25 do
mesmo mês recebeu aordem de beber água e de se lavar na fonte, que não existia,
mas que imediatamente brotou a princípio muito fraca, avolumando-se
continuamente, até fornecer, como hoje fornece: 122.000 litros por dia.
Em
repetidas aparições a Santíssima Virgem insistiu na necessidade de penitência e
da oração pelos pecadores. Manifestou seu desejo de no lugar ver erguida uma igreja,
a qual fosse visitada por procissões dos fiéis católicos. Em 25 de março,
perguntada por Bernadete, quem era, a dama de aparência sobrenatural respondeu:
Eu sou a “Imaculada Conceição". A fama das aparições, das curas, de
todo extraordinárias, verificadas na gruta, os favores obtidos por meio de
orações dirigidas a Maria Santíssima encheu toda a França e se estendeu aos
países vizinhos.
O Bispo
de Tarbes, em 28 de julho de 1858, nomeou uma Comissão que, durante três anos,
examinou minuciosamente todos os fenômenos observados na gruta de Massabielle.
Esta mesma comissão sujeitou Bernadete a rigorosas interrogações; estudou
escrupulosamente todos os casos que havia de curas maravilhosas, de que se
dizia, terem se dado em Lourdes. Os próprios médicos dos doentes favorecidos
eram convidados para fazer as suas observações profissionais e se externar a
respeito do restabelecimento, dito miraculoso pelos clientes.
No seu
relatório, publicado em janeiro de 1882, Monsenhor Laurence, Bispo de Tarbes,
reconheceu o caráter sobrenatural das aparições e autorizou o culto público da
SS. Virgem na gruta de Massabielle. A 4 de abril de 1864 foi colocada na gruta
uma estátua da Imaculada Conceição e em 2 de julho de 1876 sagrou-se a igreja
construída no lugar indicado por Nossa Senhora. À mesma Igreja o Papa Pio IX
concedeu o título de Basílica, a qual enriqueceu muitos privilégios.
Mais
tarde, em 1886, começaram as obras da grandiosa Igreja do Rosário, que
apresenta uma vasta rotunda com cúpula de 15 capelas. Cinco anos se trabalhou
na construção deste santuário que, em 1910, foi sagrado e inaugurado.
Em 1891
foi estabelecida e autorizada a festa da Aparição da Imaculada Conceição na
província eclesiástica de Auch, de que a diocese de Tarbes é sufragânea.
(dependente)
Em 13 de
novembro de 1907 foi ela estendida a toda Igreja. Desde então começaram a
afluir a Lourdes as procissões não só de todas as regiões da França, mas também
da Bélgica, da Holanda, da Alemanha, enfim de todos os países da Europa e de
todo o mundo. Neste mesmo ano chegaram a Lourdes 4.271 comboios, dos quais 292
do estrangeiro, trazendo 3.817.000 romeiros. A afluência dos devotos, longe de
no correr dos anos diminuir, aumentou continuamente. Contam as centenas de
milhares e milhões de pessoas que em Lourdes encontraram a paz da sua alma,
alívio em seus sofrimentos corporais, espirituais, cura dos seus males. Embora
a Igreja Católica não obrigue a ninguém a dar crédito à realidade das aparições
e ao caráter sobrenatural das mesmas, racionalmente elas não podem ser postas
em dúvida. Bernadete era uma menina simples do povo. Vestígios de histeria, de
mania ou suscetibilidade religiosa nela não existiam. As suas declarações
sempre ela as fez sem titubeação alguma e nunca se emaranhou em contradições.
No leito da morte (12-12-1878) confirmou tudo com a mesma simplicidade e
firmeza. Em seus relatos fala de coisas que ela mesma não compreendia, por
exemplo: "Eu sou a Imaculada Conceição" (ou como ouviu Nossa Senhora
textualmente falar: "Que Soy era Immaculada Concepciou"). Predisse
uma série de aparições; insistia na existência de uma fonte oculta, que depois
de fato apareceu. As autoridades eclesiásticas acompanharam tudo com muita
atenção e máxima reserva. As curas milagrosas estão sob o controle de uma comissão
de médicos, acessível a todos os facultativos sem distinção de credos ou
mentalidades. Esta comissão se ocupa detidamente a cada caso de cura milagrosa,
e devem os doentes se sujeitar a um exame médico anterior, logo depois de sua
chegada em Lourdes, e depois da cura que julgarem ter experimentado. Desde 1858
até 1904 a comissão oficial de médicos constatara a autenticidade de 3.353
curas, que se subtraíram à explicação natural e científica. Daquela data até
hoje as curas milagrosas observadas em Lourdes se tornaram inumeráveis. A água
da fonte que os doentes bebem e em que tomam banho de imersão, quimicamente
analisada, não acusou existência de nenhuma substância mineral curativa.
Sabe-se quanta influência a sugestão pode influir sobre certas doenças nervosas;
mas quando se trata de cancro, de tuberculose, de cegueira ou fratura de ossos,
a sugestão não pode ser tomada em consideração como fator restaurador da saúde.
Bernadete,
em 1865 se fez religiosa da Congregação das irmãs de Caridade e do Ensino Cristão.
Entrou no Convento de Nevers, onde professou votos em 22 de setembro de 1878.
Muito sofreu, mas no meio dos sofrimentos físicos e morais, conservou sempre a
simplicidade, a mansidão e a humildade, virtudes que sempre a caracterizavam.
Faleceu no Convento de Nevers aos 16 de abril de 1879. O Papa Pio XI em 14 de
julho de 1925 inseriu o nome da Irmã Maria Bernarda no catálogo dos
Bem-aventurados e canonizou-a em 2 de julho de 1933.
Coluna Padre Enéas
A virtude da Paciência
No
Catecismo da Igreja Católica a paciência é catalogada como uma obra de
misericórdia (cf. §2447) e, seguindo a Carta aos Gálatas (cf. 5,22-23), como um
dos frutos do Espírito Santo.
A
paciência de Deus é uma qualidade da natureza divina que o faz tardio em se
“irritar”. Se a ira é indicada na Bíblia pela respiração rápida e violenta,
vide um touro que bufa, a expressão hebraica “erek ‘appayim”, que às vezes é
traduzido como “paciente” ou“tardio em se irar”, significa literalmente “com
nariz longo”, ou seja, a ideia seria que Deus, que é perfeitamente justo,
poderia castigar o pecador na hora, mas ele escolhe respirar profundamente e
ser paciente: “Voltem para Javé, o Deus de vocês, pois ele é piedade e
compaixão, lento para a cólera e cheio de amor, e se arrepende das ameaças (Jl2,13).
Do
cristão se espera a mesma longanimidade em suas relações para com outros
homens, do mesmo modo como Deus tem agido conosco, pois o “amor é paciente” (1Cor
13,4), ou, como diria o Doutor Angélico: “é evidente que a paciência é causada
pelo amor” (Santo Tomás de Aquino). Não obstante, a paciência aperfeiçoa o
caráter cristão (cf. Tg 1,3), pois nos conforma à vontade de Deus, que sabe
melhor do que nós o que nos convém: “Quando nada acontece, há um milagre que
não estamos vendo” (Guimarães Rosa).
São cinco
os graus da paciência: 1- a resignação, que é não ter queixas ou amarguras
diante das cruzes diárias; 2- a serenidade, diante dessas provações; 3-a doce
aceitação, pois, “felizes vocês, se forem insultados e perseguidos, e se
disserem todo tipo de calúnia contra vocês, por causa de mim” (Mt 5,11); 4-o
gozo espiritual, que pode produzir até alegrias diante do sofrer: “Os apóstolos
saíram do Conselho muito contentes por terem merecido sofrer insultos por causa
do nome de Jesus” (At 5,41); 5- a loucura da cruz, que não busca prazeres vãos,
mas cada vez mais conformar-se com Cristo: “Quanto a mim, que eu não me glorie,
a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio do qual o mundo foi
crucificado para mim, e eu para o mundo” (Gl 6,14).
Já os
pecados contra a paciência são: a impaciência, que pode se manifestar
interiormente ou externamente. Com muita frequência, aflora em forma de queixas
internas (quando a pessoa se lamenta no íntimo ou sentindo-se vítima), com
reclamações ásperas ou lamurientas com os outros, cobranças insistentes,
suspiros lastimosos, ou de trejeitos e desabafos reveladores de cansaços
morais; a dureza de coração, que faz com que a pessoa não se impressione ante
as dificuldades pessoais ou de outrem; a pequenez de ânimo, que não deixa
progredir em virtudes que precisam de persistência; a pertinácia, que é não
ceder de opinião quando seria razoável fazê-lo; e o mau humor ou ranzice. Além
disso, a impaciência pode trazer riscos à saúde, a procrastinação, vícios
(álcool, drogas, sexuais...), perda de amigos, falta de bom critério diante de
problemas rotineiros, entre outros.
Para se
adquirir esta virtude é preciso: ter vida de oração constante; fazer o esforço
de escutar pacientemente a todos; não andar comentando a toda a hora e com todos,
sem razão plausível nem necessidade, as vicissitudes de nossa vida; renunciar
frases típicas da impaciência: “Você sempre faz isso!”, “Outra vez!”; evitar
cobranças insistentes e antipáticas, e prontificar-se a ajudar os outros; não
implicar- não vale a pena!- com pequenos maus hábitos ou cacoetes dos outros;
pedir sempre a ajuda da Virgem Maria.
Como
testemunho de paciência procure ler de Viktor Frankl “Em busca de sentido: um
psicólogo no campo de concentração”, e, do Cardeal Van Thuan, “Cinco pães e
dois peixes”.
Palavra de Vida Fevereiro de 2014
“Felizes os puros de coração
porque verão a Deus.” (Mt 5,8)
A
pregação de Jesus tem início com o sermão da montanha. Numa colina próxima de
Cafarnaum, às margens do lago de Tiberíades, sentado, como era costume entre os
mestres, Jesus anuncia às multidões o homem das bem-aventuranças. No Antigo
Testamento, frequentemente se usava a palavra “bem-aventurado”, “feliz”, para
exaltar a pessoa que cumpria, dos modos mais variados, a Palavra do Senhor.
Nas
bem-aventuranças que Jesus anunciava ressoavam, em parte, aquelas que os
discípulos já conheciam; mas, pela primeira vez, eles ouviam dizer que os puros
de coração não só eram dignos de subir ao monte do Senhor, como cantava o Salmo
(cf. Sl 24[23],3-4),como também podiam até mesmo ver a Deus. Qual seria,
então, esta pureza tão sublime a ponto de merecer tanto? Jesus explicaria isso
várias vezes no decorrer de sua pregação. Vamos procurar segui-lo para chegar à
fonte da autêntica pureza.
“Felizes os puros de coração porque verão a Deus.”
Para
Jesus, antes de mais nada, existe um meio excelente de purificação: “Vós já
estais limpos por causa da palavra que vos falei” (Jo 15,3). Não são
tanto as práticas de rituais que purificam a alma, mas a sua Palavra. A Palavra
de Jesus não é como as palavras humanas. Cristo está presente nela, assim como,
embora de outro modo, está presente na Eucaristia. Pela Palavra, Cristo entra
em nós e, na medida em que a deixamos agir, nos tornamos livres do pecado e,
consequentemente, puros de coração.
A pureza,
portanto, é fruto da Palavra vivida, de todas aquelas Palavras de Jesus que nos
libertam dos chamados apegos, nos quais invariavelmente caímos se não temos o
coração fixo em Deus e nos seus ensinamentos. Podem ser apegos às coisas, às
criaturas ou a nós mesmos. Mas se o coração está voltado somente para Deus,
todo o resto perde interesse.
Para
obter êxito nessa tarefa, pode ser útil repetir a Jesus, a Deus, durante o dia,
a invocação do Salmo: “És tu, Senhor, o meu único bem”(cf. Sl
16[15],2). Experimentemos repeti-la frequentemente e, sobretudo, quando os
diversos apegos ameaçarem arrastar o nosso coração para aquelas imagens,
sentimentos e paixões que podem ofuscar a visão do bem e nos tirar a liberdade.
Somos
levados a olhar certas publicidades, a assistir certos programas de televisão?
Não. Digamos: “És tu, Senhor, o meu único bem”, e este será o primeiro
passo que nos fará sair de nós mesmos, ao redeclararmos o nosso amor a Deus.
Desse modo teremos crescido em pureza.
Percebemos,
às vezes, que uma pessoa ou uma atividade se interpõe, como um obstáculo, entre
nós e Deus, poluindo o nosso relacionamento com Ele? É o momento de
repetir-lhe: “És tu, Senhor, o meu único bem”. Isso nos ajudará a
purificar as nossas intenções e a reencontrar a liberdade interior.
“Felizes os puros de coração porque verão a Deus.”
A Palavra
vivida nos torna livres e puros porque é amor. É o amor que purifica, com o seu
fogo divino, as nossas intenções e todo o nosso íntimo, pois na linguagem
bíblica, o“coração” é a sede mais profunda da inteligência e da vontade.
Mas,
existe um amor que é um mandamento de Jesus e que nos permite viver esta
bem-aventurança. É o amor mútuo entre pessoas que estão prontas a dar a vida
pelos outros, a exemplo de Jesus. Esse amor – pela presença de Deus, o único
que pode criar em nós um coração puro (cf. Sl 51[50],12) –cria uma
corrente, um intercâmbio, uma atmosfera cuja nota dominante é justamente a
transparência, a pureza. É vivendo o amor recíproco que a Palavra age com seus
efeitos de purificação e de santificação.
A pessoa
isolada não é capaz de resistir por muito tempo às solicitações do mundo,
enquanto, no amor mútuo, ela encontra o ambiente sadio capaz de proteger a sua
pureza e toda a sua autêntica existência cristã.
“Felizes os puros de coração porque verão a Deus.”
E é este
o fruto dessa pureza, sempre reconquistada: pode-se “ver” a Deus, isto é,
pode-se entender a sua ação na nossa vida e na história, ouvir a sua voz no
coração, reconhecer a sua presença lá onde ela se encontra: nos pobres, na
Eucaristia, na sua Palavra, na comunhão fraterna, na Igreja.
É
saborear antecipadamente a presença de Deus, que já começa nesta vida,
“caminhando pela fé e não pela visão” (2Cor 5,7), até o dia em que
“veremos face a face” (1Cor13,12) por toda a eternidade.
Chiara
Lubich
Este
comentário à Palavra de Vida foi publicado originalmente em novembro de 1999.
Contato
do Movimento dos Focolares em Salto -Ederli e Expedito pelo telefone: (11)
4028-7798.
Batizados de Dezembro 2013
Acolhemos
os Batizados, seus Pais e Padrinhos e aguardamos sempre todos na Casa de Deus.
“Eu vos
batizei com água; Jesus, porém, vos batizará no Espírito Santo”.
28 de dezembro 2013
Celebrante: Pe Juverci Pontes
Siqueira
Comunidade Santa Rosa de Lima
Aki
O'Brien de Carvalho
Alice Távora
Samuel de Oliveira Silva
Thainá Jacomelli Queiroz
Dízimo
O Dízimo tem três finalidades importantes: dimensão
religiosa, dimensão missionária e dimensão social.
1ª Religiosa: manutenção da Igreja, água, luz, telefone, funcionários, folhetos de missa, livros toalhas, velas, material de escritório e secretaria, hóstias, vinho, ajuda às pastorais, etc.
2ª Social: auxílio aos pobres e aos doentes, promoção humana, apoio à Pastoral da Criança, Pastoral do Menor, etc. O bem que é feito com o dinheiro do Dízimo é como se fora feito ao próprio Jesus, “Tive fome e me deste de comer”.
3ª Missionária: formação de lideranças, formação de catequistas, ajuda ao seminário, missões populares, etc. Assim devolver o Dízimo é também contribuir com a evangelização na paróquia.
São Paulo nos diz que três são as virtudes teologais: Fé, Esperança e Caridade, no entanto a maior delas é a Caridade. Por isso a evangelização da Igreja exige que ela faça também um serviço de promoção humana. Não basta a pessoa ser dizimista, ela precisa participar da comunidade, viver como um autêntico cristão na família, na Igreja e na sociedade.
Ninguém compra a Deus com seu Dízimo. Dízimo é gesto de fé de quem se sente responsável pela Igreja de Cristo e quer que o Reino de Deus se torne cada dia mais real na comunidade. Se cada fiel viver a experiência do Dízimo a Deus através da comunidade irá perceber que a Igreja não vai precisar mais realizar bailes, festas, quermesses, rifas para investir nas dimensões acima mencionadas. Enquanto a Igreja estiver fazendo festas para angariar recursos significa que muitos cristãos ainda não devolvem o seu Dízimo a Deus.
1ª Religiosa: manutenção da Igreja, água, luz, telefone, funcionários, folhetos de missa, livros toalhas, velas, material de escritório e secretaria, hóstias, vinho, ajuda às pastorais, etc.
2ª Social: auxílio aos pobres e aos doentes, promoção humana, apoio à Pastoral da Criança, Pastoral do Menor, etc. O bem que é feito com o dinheiro do Dízimo é como se fora feito ao próprio Jesus, “Tive fome e me deste de comer”.
3ª Missionária: formação de lideranças, formação de catequistas, ajuda ao seminário, missões populares, etc. Assim devolver o Dízimo é também contribuir com a evangelização na paróquia.
São Paulo nos diz que três são as virtudes teologais: Fé, Esperança e Caridade, no entanto a maior delas é a Caridade. Por isso a evangelização da Igreja exige que ela faça também um serviço de promoção humana. Não basta a pessoa ser dizimista, ela precisa participar da comunidade, viver como um autêntico cristão na família, na Igreja e na sociedade.
Ninguém compra a Deus com seu Dízimo. Dízimo é gesto de fé de quem se sente responsável pela Igreja de Cristo e quer que o Reino de Deus se torne cada dia mais real na comunidade. Se cada fiel viver a experiência do Dízimo a Deus através da comunidade irá perceber que a Igreja não vai precisar mais realizar bailes, festas, quermesses, rifas para investir nas dimensões acima mencionadas. Enquanto a Igreja estiver fazendo festas para angariar recursos significa que muitos cristãos ainda não devolvem o seu Dízimo a Deus.
Aniversário
O
Casal querido Marcos e Sandra Calça dia 21 de Janeiro comemoraram 25 anos de
casamento (Bodas de Prata). E pediu a renovação dos 25 anos a igreja no dia
25/01/2014, Pe. Enéas assistiu a renovação junto com toda a assembleia na Missa
da Família. Desejamos Benção sobre Benção ao casal e que a harmonia conjugal
pendure por toda a vida de união do casal. Felicidades!
Notas e
Notícias
Atenção! O Terço com os Homens, volta as
atividades na 1ª quarta-feira de fevereiro após a Missa das 19h. Você é nosso
convidado!
- Retiro
Espiritual para os jovens do Crisma na Comunidade Nossa Senhora das Neves, dia
9 de fevereiro às 9h30.
- A
Comunidade Sagrada Família está fazendo Promoção de Pizzas no dia 15/02/214.
Colabore! Ajude a comunidade comprando sua adesão.
- No dia
23 de fevereiro, a Paróquia Cristo Rei fará a 1ªAcolhida dos Moradores de Rua
no Salão Paroquial do ano 2014 a partir das 8h.
- No dia
25 de fevereiro acontecerá a apresentação da Campanha da Fraternidade na Câmara
Municipal.
- No dia
01 de março às 14h30 - Apresentação Campanha da Fraternidade 2014 para as
pastorais, movimentos e grupos de rua na Paróquia.
- Aviso
para as viúvas e mulheres solteiras que estão impossibilitadas de ir à Igreja
por motivo de saúde: As Filhas
do Espírito Santo se colocam a disposição para visitá-las para levar a Palavra
de Deus e fazer um momento de partilha. É só pedir para seu acompanhante entrar
em contato com a secretaria da Paróquia pelo telefone: 4028-7213 ou pelo
Ministro da Comunhão. A visita deve ser agendada.
Horários
de Missa na Paróquia Cristo Rei
Todas as quartas-feiras às 7h da manhã
Todas as sextas-feiras às 7h da manhã
Todos os sábados às 7h com exceção do 1º sábado que
será às 6h da manhã, iniciando com a Oração do Ofício de Nossa Senhora.
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Segunda a Sexta-feira
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19h
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Terça-feira à tarde
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15h
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Sábado
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18h30
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Domingo
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8h, 10h e 18h30
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Horários
de Missa ou (Celebrações) nas Comunidades
Comunidade
Sagrada Família – às 18h30 -Sábado
Comunidade
Santa Elizabeth– às 18h30 -Sábado
Comunidade
Nossa Senhora das Dores – às 20h - Sábado
Comunidade
Santa Luzia –às 20h - Sábado
Comunidade
Santa Rosa de Lima – às 20h -Sábado
Comunidade
São Gabriel –às 20h - Sábado
Comunidade
Santa Terezinha – às 18h - 1° Sábado
Comunidade
São Norberto– às 8h - Domingo
Comunidade
Santa Clara –às 8h - Domingo
Comunidade
Nossa Senhora das Neves – às 9h – Domingo Comunidade Nossa Senhora D’Oropa - às
9h30 –Domingo
Escala
para Celebrações de Exéquias em Salto
Após aprovação do Clero da Região VIII de Pastoral,
e com concordância de todos os Diáconos, ficou estabelecida a seguinte escala
para as celebrações de exéquias.
Segunda-Feira: Diácono José Carlos Pascoal -
Paróquia São Benedito Telefone: 4029.4707-Residência: 4029.1003 - Celular:
98512.4499.
Terça-Feira: Diácono Joaquim Luiz Arruda - Paróquia
Cristo Rei Telefone: 4028.7213 -Residência: 4028.4170 - Celular: 97188.0412.
Quarta-Feira: Diácono Milton de Almeida Trentin -
Paróquia Nossa Senhora Aparecida Telefone: 4028.7381 - Residência: 4028.5903 -
Celular: 97460.8937.
Quinta-Feira: Diácono Edson Palage - Paróquia São
Benedito Telefone: 4029.4707. Residência: 4602.3899- Celular: 99880.9336 ou
Diácono Antônio Cruchello - Residência: 4029.4876.
Sexta-Feira: Diácono Eudes Lucio Beltrão - Paróquia
Nossa Senhora Aparecida Telefone: 4028.7381 -Residência: 4456.9576.
Sábado: Diácono Dimas Constante - Paróquia São
Roque Telefone: 4021.2119 - Residência: 4029.2444 -Celular:
98806.5856/95577.7593. ou Diácono Vandelino Sampaio -Paróquia Nossa Senhora do
Monte Serrat Telefone: 4602.7614 - Celular: 98919.8901.
As Exéquias aos Domingos serão celebradas por esses
Diáconos:
1ºDomingo: Diácono Vandelino - Paróquia Nossa
Senhora do Monte Serrat.
2ºDomingo: Diácono Edson ou Diácono Cruchello -
Paróquia São Benedito.
3ºDomingo: Diácono Joaquim - Paróquia Cristo Rei.
4ºDomingo: Diácono Milton - Paróquia Nossa Senhora
Aparecida.
5ºDomingo Diácono Eudes Beltrão - Paróquia Nossa
Senhora Aparecida ou Diácono José Carlos -Paróquia São Benedito.
Telefone da Funerária: 4029-3240
Histórico da Comunidade de Santa Luzia
A Comunidade de Santa Luzia iniciou sua caminhada com
o apoio do Padre Geraldo Bicudo (na época, pároco da Paróquia de São Benedito)
e do Padre João Batista (vigário Paroquial da São Benedito) que estava sendo
desmembrada, nascendo a Paróquia de Cristo Rei e sendo assumida pelo Padre João
Batista.
No dia 30 de setembro de 1990, estava reunido um grupo
de pessoas, que tinham a esperança de ter um lugar digno para morar no bairro
Jardim União. Naqueles dias, a população recebia várias pessoas que os
visitava, independente da religião, para falar do amor de Deus. Os
evangelizadores voltaram muitas vezes, principalmente na época de Campanha da
Fraternidade, e com isso iniciou-se os grupos de reflexão nas famílias. Houve
então o desejo de se encontrar um lugar para reunirem-se e celebrar a Palavra
de Deus. Com a presença das pessoas e ajuda da Irmã Maria das Graças (Irmã LIA
– Capela do Divino), conseguiram um lugar, que era onde a Prefeitura fazia
blocos para as construções das casas do bairro.
No dia 3 de setembro de 1991 foi realizado o anúncio
da evangelização, contando com a presença de todos os evangelizadores e do
padre Geraldo. No dia 15 de setembro de 1991 houve a primeira celebração às
17h, feita pelo Sr. Adolfo de Morais, contando com a presença dos
evangelizadores, Ir. Maria das Graças, Irmã Geny, Maria José (Zezinha) e uma
grande participação das famílias. Ao final da celebração foram convidados para
formarem uma comissão. Embora não sabendo como começar, foi surgindo a vontade
de trabalhar em conjunto. No decorrer destes momentos marcantes na comunidade,
houve o desejo de escolher o nome da padroeira. Vários nomes foram citados,
dentre eles, Santa Bárbara e Nossa Senhora do Desterro, mas por maioria de
votos foi escolhido o nome de SANTA LUZIA. Depois de dois anos
realizando celebrações da Palavra presididas pela Irmã Lia em um“barraco” feito
de chapa de Eucatex, no final de 1993 deu-se início às obras da Igreja de Santa
Luzia. Na ocasião, membros do conselho, juntamente dos participantes da
comunidade, inclusive a “Irmã Lia” trabalhavam com uma única intenção: levantar
um espaço digno, uma igreja digna para celebrar. Depois de um período, mesmo
sem terminar a obra, graças a Deus, iniciaram-se as Missa e outros encontros na
nova igreja, inclusive a primeira Eucaristia celebrada pelo pároco Padre João
Batista, mesmo com a igreja sem cobertura. Hoje, depois de 23 anos de início
dos trabalhos na comunidade de Santa Luzia, temos nossa igreja terminada (ainda
faltam algumas melhorias), sendo uma comunidade ativa com salas de catequese,
banheiros, cozinha e um espaço para a realização de festas da padroeira. Contamos
com pastorais e movimentos, celebrações da Palavra e missa, todos os sábados às
20h e o Grupo de Oração todas as terças-feiras às 19h. Agradecemos a todos os
padres que passaram pela nossa comunidade, a todos os coordenadores,
colaboradores, mas de modo especial a Irmã Lia que muito nos honrou com seu
trabalho (braçal e espiritual), nos ensinando a sermos perseverantes.
Colaboração: Marcio Cunha


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