domingo, 9 de junho de 2013



                         Junho de 2013
Editorial




                     Corpus Christi: O Banquete da Vida



As comunidades fundadas por Paulo desde os anos de 54 e 55 já celebravam a Ceia do Senhor. Quando a família hebraica se reunia para a ceia pascal, estava prescrito na Bíblia que o filho menor da casa, antes de iniciar a refeição, dirigisse ao pai esta pergunta: “O que significa este rito?” Os cristãos de Corinto começavam a Ceia do Senhor com uma refeição em que todos punham em comum o que cada qual trouxera (ágape). Era o momento da partilha, que precedia o grande sinal que atualizava (memorial) a partilha de vida do Senhor. Os pobres escravos, que trabalhavam até mais tarde, talvez não tivessem tempo para preparar algo, esperavam saciar a fome com um jantar mais caprichado, comendo o que os ricos trouxeram. Estes, que ficaram sem nada fazer o dia todo, não querendo passar o vexame de ter de comer a comida dos pobres ou de ter que partilhar com eles o próprio alimento, empanturravam-se e embebedavam-se antes que eles chegassem. E depois continuavam a Ceia do Senhor como se nada tivesse acontecido. E justamente aí se situa o grande dilema: é possível celebrar sem partilhar os bens com os que nada têm?! Não seria comungar a própria condenação?! Por isso, antes de tudo, Eucaristia é doação, fração do pão, primeiramente para os mais necessitados, repartir o pão a quem tem fome.

Também o Evangelho, com o episódio da multiplicação dos pães, tem uma resposta àquela pergunta: “O que significa este rito?”. Uma resposta que devemos absolutamente escutar para compreender o aspecto mais essencial da Eucaristia, aquele que mais se aproxima à nossa vida cotidiana. É preciso que, além da Lei, nos seja dado o maná. Eis o porquê da Eucaristia “alimento dos que viajam”, dos que estão caminhando rumo à pátria prometida. Jesus, em pleno deserto, multiplica o pão e o distribui à multidão por meio dos apóstolos, a fim de que o povo, que escutou sua Palavra, não desfaleça pelo caminho, mas que satisfaça sua vontade de viver eternamente, ou seja, ascender aos céus.

A Eucaristia é o memorial do povo de Deus: Já a Páscoa hebraica era o memorial de toda a história e de todos os momentos fortes: criação, sacrifício de Isaac, Êxodo, Aliança, etc. Assim é também para nós: a Eucaristia é a lembrança do Senhor e da Libertação por Ele operada tendo por ápice sua morte e sua ressurreição. Esta recordação é sinal para desapegarmos deste mundo que nos aprisiona e termos autonomia para amar e ser feliz. Ela é recordação e presença ao mesmo tempo, pois a salvação e a morte não revivem somente em nossa memória. Pela Eucaristia, esta lembrança também se atualiza, ou seja, ela revive realmente sobre o altar. É a presença do Ressuscitado que diz: tocai-me, sou eu de verdade! (cf. Lc 24,39). E assim, esta liberdade passa a ser Jesus Cristo em nós, ou seja, viveremos com Ele, andaremos com Ele, sentiremos com Ele e assim, permanecermos Nele e seremos salvos por Ele. A Igreja, hoje e durante todo o ano, nos repete as palavras do anjo a Elias: Come e caminha! Quem come deste pão tem a vida eterna e o Senhor o ressuscitará no último dia. (Adaptação do texto de Raniero Cantalamessa – em seu livro: O Verbo se faz carne, Ed. Ave Maria, pág. 604 ss.)

                                                                                                                 Pe.Juverci Siqueira Pontes




                                                                     Frase do Mês



A Virgem Nossa Senhora, quando em sua grande sabedoria perguntou ao Anjo: “Como se fará isto?” (Lc 1,34) E tendo ouvido a resposta: “O Espírito Santo sobrevirá em ti, e a virtude do Altíssimo te fará sombra”, não tratou mais de perguntar. Quanto temos a aprender da humildade da Virgem Sacratíssima! (Santa Teresa de Jesus)



                                                Momento Mariano no Monumento da Santa

Aconteceu no dia 04 de maio, no Monumento da Padroeira, um momento mariano organizado pelo Setor da Juventude e as irmãs do Instituto das Filhas de São José. Com a presença dos jovens da Paróquia Cristo Rei, Nossa Senhora Aparecida, São Roque e Nossa Senhora do Monte Serrat, foi rezado o terço e também algumas encenações. Foi um momento bastante abençoado para aqueles que compareceram.







                                               Resumo Sobre a Vida de Santa Rita de Cassia



Ela nasceu, na Itália, a 22 de maio de 1381, na região da Úmbria, num lugarejo chamado, naquele tempo, Roca Porena. Seus pais, Antônio e Amada Mancini, já idosos, rogavam a Deus a vinda de um filho. Nasceu-lhes a pequena Margherita, daí sua abreviatura: Rita. Educada, com muito esmêro cristão, Rita passou sua infância e sua juventude, auxiliando seus pais na lavoura. Recém-nascida e sempre colocada num cesto, que fazia às vezes de berço, no próprio campo, certa vez foi encontrada envolta de abelhas brancas que lhe pousavam na face, sem feri-la. Quando jovem casou-se com Paulo Fernando. Tiveram dois filhos: João Tiago e Paulo Maria. O marido, de gênio forte e colérico, maltratou-a muitas vezes. Rita, graças à bondade de coração e às suas preces, conseguiu convertê-lo para Deus. Ele morreu assassinado, vítima de lutas políticas de época. Os filhos, jovens, quiseram vingar a morte do pai. Rita, preferindo vê-los mortos que transgredindo a lei divina, pediu a Deus que os levasse para o céu antes de se mancharem com aquele crime. Morreram ambos, dizimados por uma peste que arrasou a Europa naquela época. Viúva e sem filhos, Rita dedicou-se ao socorro dos pobres e enfermos, ajudando a uns e outros, com alimento, visita, conforto e trabalho. Sentindo o chamado de Deus, procurou o Convento das Irmãs Agostinianas de Santa Maria Madalena, em Cássia, para tornar-se religiosa. As regras daquele tempo impediam o ingresso de viúvas. Certa vez, madrugada ainda, Rita foi encontrada pelas freiras, rezando na capela do Mosteiro, com portas e janelas fechadas. A Madre Superiora viu naquele fato um desígnio do céu e admitiu-a como Irmã. Para provar sua vontade, mandou que regasse diariamente, um ramo seco de videira. Com o tempo, o ramo verdejou e floresceu numa viçosa videira. Um dia, rezando perante o crucifixo, pediu a Cristo a graça de sofrer com Ele. Um espinho desprendeu-se da imagem e fincou-se lhe na fronte, abrindo uma chaga dolorosa e purulenta, que durante mais de quinze anos a fez sofrer muito. Em 1450 ano santo, desejando ir a Roma, com suas companheiras de hábito e não o podendo por causa da chaga na fronte, Rita a Deus pediu esta graça e a chaga fechou-se, tornando-se a abrir quando de volta ao Convento. Muito jejum, muita penitência, muita oração eram sua maneira de viver. Gravemente enferma, vivendo num pobre catre, no fundo de uma humilde cela, Rita recebeu a visita de sua prima. Pediu a esta que fosse até Roca Porena e lá em sua antiga casa, colhesse para ela um figo e um botão de rosa. Era pleno inverno, tudo sepultado sobre a mais densa neve, e, no entanto a prima encontrou o figo e rosa no jardim de Rita. No dia 22 de maio de 1457, Rita entregou sua bela alma a Deus. No campanário do Convento, os sinos começaram a repicar festivamente, tangidos por mãos misteriosas. A chaga da fronte fechou-se na mesma hora e no lugar do habitual mau cheiro que dela se exalava, passou a exalar um discreto perfume. Tantos foram os milagres e as graças que milhares de devotos seus receberam de Deus, por intercessão sua, que ficou conhecida como a “Santa dos Impossíveis”. O Papa Leão XIII canonizou-a no dia de Pentecostes, 24 de maio de 1900, Ano Santo. A Paróquia Cristo Rei não podia deixar de lembrar-se desta Santa Mulher, Pe. Juverci narrou sua historia na sua homilia e no final todos puderam levar uma rosa de Santa Rita de Cassia para sua casa.






                                                                      Pentecostes

                                 Enviai o vosso Espírito Santo, Senhor e da terra toda face renovai!




Na festa de Pentecostes, durante a celebração do domingo (19/5) às 8h da manhã, o Diácono Enéas realizou a renovação das quatro Filhas do Espírito Santo, Cristina, Terezinha Paes, Terezinha Bonfá e Aparecida Gil. O Diácono acolheu também as quatro novas consagradas do grupo, Shirley Aparecida dos Santos, Gercidia Freire Pinto, Josefa Francisca Damacena e Aparecida Gomes da Silva. Com belíssimas palavras, o Diácono falou dos sete dons do Espírito Santo. Pedimos: “Vinde, Espírito Divino e enchei com vossos dons os corações dos fiéis; e acendei neles o amor como um fogo abrasador!” As oito consagradas fizeram esta oração juntas e o Diácono Enéas entregou às novas integrantes, os crucifixos que foram abençoados.





                                      Festa de Fundação Comunidade Sagrada Família



No dia 11 de maio (sábado) às 18h30 na igreja Sagrada Família, Diácono Enéas realizou a celebração de aniversário de fundação da comunidade, que completou 14 anos e festejou com uma singela festa para todas as famílias. Houve serviço de lanchonete e muita animação e neste dia também se comemorou o dia das mães. Diácono Enéas fez questão de, no final da celebração, abençoar mãe por mãe pelo seu dia. A Pastoral da Comunicação deseja à comunidade perseverança, companheirismo e coragem e que a Sagrada Família os abençoe. Parabéns!







                                           13 de Maio: Dia de Nossa Senhora de Fátima











A Paróquia Cristo Rei realizou a trezena de Nossa Senhora de Fátima e tríduo entre os dias 9 e 11 de maio. No primeiro dia, o celebrante foi Pe. Renilton da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no dia 10/5 foi a vez do Ministro da Palavra, Marcio e no dia 11/5, Pe Aurélio dos Legionários de Cristo. A Missa Solene, tradicionalmente realizada no dia 13, foi antecipada para o domingo dia 12 de maio às 10h. Nesta missa realizada por Pe. Juverci, houve consagração, coroação e três crianças representaram os pastorinhos, Lúcia, Francisco e Jacinta a quem Nossa Senhora apareceu na cidade de Fátima em 1917. No final da missa foi sorteada a imagem de Nossa Senhora de Fátima que estava no andor e quem a levou para casa foi o jovem Yuri. Também foi feita uma homenagem a todas as mães presentes.





                                             Dia 1º de maio: Missa do Trabalhador



                 “Deus contemplou toda a sua obra, e viu que tudo era muito bom” (Genêsis 1, 31)



A Paróquia Cristo Rei realizou no dia 1º de maio, missa dedicada ao trabalhador no Santuário Regina Apostolurum às 9h30. A data é celebrada em memória aos trabalhadores dos Estados Unidos, que em 1886, foram reprimidos violentamente por reivindicar seus direitos, resultando na morte de quatro operários. O dia é também considerado cristão, pois para a Igreja, o trabalho dignifica o homem.

“Deus é o grande trabalhador, pois Ele criou o mundo. Deus criou tudo para o homem, assim como muitos pais trabalham pelos seus filhos”, explicou Pe. Juverci em sua homilia.

Padre Juverci falou também de São José, o grande padroeiro dos trabalhadores, que além de dedicar a vida como carpinteiro, ainda repassou seus conhecimentos ao seu filho Jesus.

                                                                                                            Colaboração Tatiane Dias





                                                  Pastoral do Quilo Cristo Rei Informa



Neste mês de maio, as pastorais do Quilo das Paróquias de Salto, receberam uma grande quantidade de leite, e outros alimentos, do Rotaract Club Salto Moutonnée, por meio dos jovens, Adilson Pecchio e Gustavo Carniato, que tiveram essa bela iniciativa em ajudar os mais necessitados. Todos ficaram muito agradecidos por esse gesto de solidariedade desses dois jovens e de toda a sua equipe, que Deus abençoe a todos que colaboraram.



                                               Jantar Dançante do Branco e do Preto




A equipe do Encontro de Casais com Cristo (E.C.C.) realizou na noite do dia 18 de maio, nas dependências da Comunidade Nossa Senhora das Neves no Buru, o Jantar Dançante do Branco e do Preto para arrecadar fundos para o próximo encontro que acontecerá no mês de julho. Numa festa animada e familiar com a presença de Jacó e banda, a turma do E.C.C. trabalhou muito para realizar este evento. A equipe da cozinha coordenados pela Cristina e seus fiéis auxiliares, como sempre capricharam na comida para que todos saíssem satisfeitos com o jantar. Foram vendidas 74 mesas para o evento que teve uma singela e aconchegante decoração. Pe. Juverci prestigiou também a festa.





A partir deste mês, o Padre Enéas de Camargo Bête terá uma coluna no Informativo Cristo Rei para nos ensinar sobre Liturgia da Igreja.



                                                                  O que é Liturgia?

Liturgia é uma palavra da língua grega que quer dizer: Ação do povo, ação em favor do povo. É a ação de um povo, reunido na fé, em comunhão com toda a Igreja, para celebrar o Mistério Pascal - Morte e Ressurreição de Cristo - oferecendo-se ao Pai como culto perfeito. O Documento Sacrossanctum Concilium (SC), do Concílio Vaticano II, definiu a liturgia como “uma ação sagrada pela qual através de ritos sensíveis se exerce, no Espírito Santo, o múnus sacerdotal de Cristo, na Igreja e pela Igreja, para a santificação do homem e a glorificação de Deus” (SC, 7).

Em outras palavras, a liturgia é a continuidade do plano de salvação do Pai, através da presença mística de Cristo nos sacramentos, que são administrados e perpetuados pela Igreja. Note-se, à Igreja cabe a missão de continuar a obra de Cristo, que se dá, sobretudo, através da liturgia. Sem liturgia, não há Igreja e sem Igreja não há liturgia. E sem liturgia não há continuidade no mistério da salvação da humanidade.

Há na liturgia um princípio básico: a liturgia é em primeiro lugar "a obra de Deus em nós" antes de ser nossa obra para Deus. A liturgia é, em sua própria essência, um datum, um dom. Ela nos ultrapassa e existe bem antes que tenhamos podido nela participar, por isto que não se inventa na liturgia. Liturgia bem celebrada é a que segue os ritos instituídos pela autoridade da Igreja: “Por isso, ninguém, mesmo que seja sacerdote, ouse, por sua iniciativa, acrescentar, suprimir ou mudar seja o que for em matéria litúrgica” (SC, 22).

                                                                                                   Padre Enéas de Camargo Bête









                                                Palavra de Vida – Junho de 2013

“Se fazeis o bem e suportais o sofrimento, isto vos torna agradáveis junto a Deus.” (1Pd 2, 20)

O apóstolo Pedro está explicando às suas comunidades o genuíno espírito do Evangelho nas suas aplicações concretas, referindo-se particularmente às condições e ao estado de vida de cada um.

Nesse trecho dirige-se aos escravos convertidos à fé, os quais, como todos os escravos na sociedade daquela época, tinham que suportar incompreensões e maus-tratos absolutamente injustos. Essas palavras são dirigidas, por extensão, a todas as pessoas que, em todos os tempos e lugares, são vítimas de incompreensões e injustiças por parte de seus próximos, sejam seus superiores, sejam colegas.


“Se fazeis o bem e suportais o sofrimento, isto vos torna agradáveis junto a Deus.”

A essas pessoas o Apóstolo recomenda que não cedam à reação instintiva que poderia se manifestar em tais situações, mas que imitem o comportamento adotado por Jesus. Exorta-os antes a responder com amor, vendo também nessas dificuldades e incompreensões uma graça, ou seja, uma ocasião permitida por Deus para dar mostras do verdadeiro espírito cristão. Além de tudo, desse modo poderão conduzir a Cristo, por meio do amor, também aquele que não os compreende.


“Se fazeis o bem e suportais o sofrimento, isto vos torna agradáveis junto a Deus.”

Sempre existem aqueles que, partindo dessa frase ou de outras semelhantes, pretendem acusar o cristianismo de favorecer uma atitude de excessiva submissão, capaz de entorpecer as consciências, tornando-as menos ativas na luta contra as injustiças.

Mas não é isso que acontece. Se Jesus nos pede que amemos até mesmo aqueles que não nos entendem e que nos maltratam, isso não significa que deseja nos tornar insensíveis diante das injustiças. Pelo contrário! Ele quer nos mostrar como é que se constrói uma sociedade realmente justa. Isso torna-se possível quando difundimos o espírito do verdadeiro amor, começando nós mesmos a tomar a iniciativa no amor.


“Se fazeis o bem e suportais o sofrimento, isto vos torna agradáveis junto a Deus.”


Como podemos viver, então, a Palavra de Vida deste mês?

São muitos os modos pelos quais também nós, atualmente, podemos ser incompreendidos e maltratados: modos que vão desde as faltas de delicadeza e grosserias até às críticas maliciosas, às ingratidões e ofensas, chegando até a verdadeiras injustiças. Pois bem, também em todas essas situações devemos testemunhar o amor que Jesus trouxe à terra, amor que se dirige a todos e, portanto, inclusive a quem nos trata mal.

A Palavra de Vida deste mês ensina que, mesmo defendendo legitimamente a justiça e a verdade, nunca devemos nos esquecer de que o nosso primeiro dever, como cristãos, é amar o outro, isto é, ter em relação a ele aquela atitude nova feita de compreensão, de acolhimento e de misericórdia que Jesus teve em relação a nós. Desse modo, mesmo defendendo nossas razões, jamais romperemos o relacionamento, jamais cederemos à tentação do ressentimento ou da vingança.

E agindo assim, como instrumentos do amor de Jesus, nós também estaremos em condições de conduzir o nosso próximo a Deus.


                                                                                                                            Chiara Lubich


                          Este comentário à Palavra de Vida foi publicado originalmente, em maio de 1990.



Contato do Movimento dos Focolares em Salto - Ederli e Expedito pelo telefone: (11) 4028-7798.




                                                               Batizados de Maio 2013



Acolhemos os Batizados, seus Pais e Padrinhos e aguardamos sempre todos na Casa de Deus.


                 “Eu vos batizei com água; Jesus, porém, vos batizará no Espírito Santo”.

                                                Batizados do dia 05/05

                                   Celebrante: Diácono Joaquim Luiz de Arruda



1. Beatriz Barbosa de Almeida

2. Cauã Felipe Rodrigues

3. Davi Bossolan da Silva

4. Eduardo Moro Fabri

5. Elloah Oliveira Rodrigues

6. Gabriel Lohn

7. Gustavo Berica de Lima

8. Helen Rafaela Duarte

9. Heloá Araujo Marchioni

10. Ian da Silva Nascimento

11. Iran Fredo Lopes

12. Isabela Oliveira Barcellos Fontes

13. Isadora Cardoso de Freitas

14. Isadora Lourenço da Silva

15. Isis Fredo Lopes

16. Joaquim Castilho Michel

17. Julia Oliveira de Sousa

18. Kauany Ferraz Assunção

19. Lara Beatriz da Silva Carvalho

20. Larissa Mesquita Martins

21. Leonardo Ribeiro Schoba

22. Maria Eduarda Carvalho de Souza

23. Maria Eduarda Rizetto da Silva

24. Maria Eduarda Trabachini

25. Miguel Felix Fernandes da Silva

26. Miguel Lourenço da Silva

27. Pedro Martins Dinardi

28. Sara da Silva Ferreira de Camargo

29. Sofia da Silva Ferreira de Camargo

30. Stefany Raiane Castro Pereira

31. Victor Hugo Martins





                                                              Proclamas

                         Se alguém souber de algum impedimento, manifeste-se na forma da lei.


                            22/6 às 11h - Paróquia Cristo Rei - Edson Valle e Paula Carolina
                                                                Aniversário



“Casar-se não é decisão de um dia ou a opção por um tempo determinado, mas é e deve ser uma opção de vida e para vida toda”.



José Carlos e Rosana (na foto com sua neta Rafaela): dia 3 de Junho completam 35 anos de casados. Seus filhos nos enviaram a foto para homenagear seus pais. É com muito prazer que a Pascom deseja ao casal, patrocinador do informativo Cristo Rei, muitas felicidades. Que Deus faça a cada dia transbordar mais e mais o amor, a união e a cumplicidade do casal e que vocês possam sempre viver a graça de Deus em suas vidas. Parabéns!




Diácono Joaquim fez mais uma primavera no dia 31/05. Um momento especial de renovação para sua alma e seu espírito, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza, a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós capacidade de recomeçar a cada ano. Desejamos a você, um ano cheio de amor e de alegrias. Afinal fazer aniversário é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas. Sorrir novos motivos e chorar outros, porque, amar o próximo é dar mais amparo, rezar mais preces e agradecer mais vezes. Fazer aniversário é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como uma dádiva de Deus. É ser grato, reconhecido, forte, destemido. É ser rima, é ser verso, é ver Deus no universo. Parabéns a você nesse dia tão grandioso, Joaquim.






                                                                         Dízimo

                         Não se sinta obrigado a contribuir com o seu dízimo: sinta-se convidado.







                                                       Aniversário Dizimista Mês de Maio

                                                         14/05 Valdeir Aparecido Candido

                                                        16/05 Maria Cleide Alves Martins






Nota e Notícias

Importante: A partir do dia 06/06 todas as Quintas-Feiras a Paróquia Cristo Rei fará Adoração ao Santíssimo das 15h. as 18h45 e pedirmos que todos possam fazer sua escala pelo menos meia hora na secretaria conforme o horário adequado a pessoa para que o Santíssimo não fique nem um minuto sozinho. Avise! Divulgue é muito importante que todas as comunidades de nossa Paroquia participem.

Aviso para os Homens: A Paroquia Cristo Rei esta realizando o Terço com os homens toda Quarta-Feira após a Missa ou (celebração) e convida a todos os homens para rezar juntos. Coragem!



Tríduo do Sagrado Coração de Jesus: dias 4/6 Pe. Enéas 5/6 Pe. Adriano e 6 de junho Diácono Joaquim às 19h na Matriz Cristo Rei e dia 7 de junho - Missa Solene e Procissão em louvor ao Sagrado Coração de Jesus com Pe. Juverci.



Missa em Louvor a São Norberto:  Dia 9/6 às 8h com procissão.


Festa Junina da Paróquia Cristo Rei: dias 8e 9 de junho. Sábado a partir das 18h. Domingo a partir das 14h. Haverá Show de Prêmios e Serviço de Lanchonete.

Jornada Diocesana da Unidade: dia 9 de junho das 13h às 18h no Ginásio do Bolão em Jundiaí.


Missa em Louvor a Santo Antônio: dia 13 de junho às 19h - Matriz Cristo Rei com a tradicional benção dos pães.

Jornada Diocesana de Ministros da Palavra e da Eucaristia: dia 16 de junho em Jundiaí às 15h.


Festa Junina da Comunidade Santa Luzia: dia 22 de junho. Nesse dia a celebração será às18h30, logo após festa.

Jornada Diocesana da Caridade: dia 22 de junho às 08h30 na Paróquia Sagrado Coração de Jesus em Jundiaí.
Jornada Regional da Liturgia: de 24 a 28 de junho na Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat às 19h30.

    A partir do dia 4/6 a 8/6, estão abertas as inscrições para o batizado do mês de julho.


Encontro Catequético na Paróquia São Roque no dia 7/7 às 9h.

Festa Julina Comunidade Nossa Senhora das Dores: dia 7 de julho, nesse dia a Celebração será às 18h, logo após Show de Prêmios e Serviço de Lanchonete.


Horário de Missa Na Paróquia

Segunda a Sexta-feira 19h

Terça-feira à tarde 15h

Sábado 18h30

Domingo 8h, 10h e 18h30




                               Escala para Celebrações de Exéquias em Salto



Após aprovação do Clero da Região VIII de Pastoral, e com concordância de todos os Diáconos, ficou estabelecida a seguinte escala para as celebrações de exéquias.

Segunda-Feira: Diácono José Carlos Pascoal - Paróquia São Benedito Telefone: 4029.4707 - Residência: 4029.1003 - Celular: 98512.4499.

Terça-Feira: Diácono Joaquim Luiz Arruda - Paróquia Cristo Rei Telefone: 4028.7213 - Residência: 4028.4170 - Celular: 97188.0412.

Quarta-Feira: Diácono Milton de Almeida Trentin - Paróquia Nossa Senhora Aparecida Telefone: 4028.7381 - Residência: 4028.5903 - Celular: 97460.8937.

Quinta-Feira: Diácono Edson Palage - Paróquia São Benedito Telefone: 4029.4707. Residência: 4602.3899 - Celular: 99880.9336 ou Diácono Antônio Cruchello - Residência: 4029.4876.

Sexta-Feira: Diácono Eudes Lucio Beltrão - Paróquia Nossa Senhora Aparecida Telefone: 4028.7381 - Residência: 4456.9576.

Sábado: Diácono Dimas Constante - Paróquia São Roque Telefone: 4021.2119 - Residência: 4029.2444 - Celular: 98806.5856/95577.7593. ou Diácono Vandelino Sampaio - Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat Telefone: 4602.7614 - Celular: 98919.8901.

As Exéquias aos Domingos serão celebradas por esses Diáconos:

1º Domingo: Diácono Vandelino - Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat.

2º Domingo: Diácono Edson ou Diácono Cruchello - Paróquia São Benedito.

3º Domingo: Diácono Joaquim - Paróquia Cristo Rei.

4º Domingo: Diácono Milton - Paróquia Nossa Senhora Aparecida.

5º Domingo Diácono Eudes Beltrão - Paróquia Nossa Senhora Aparecida ou Diácono José Carlos - Paróquia São Benedito.

                                             Telefone da Funerária: 4029-3240


                       
Entrevista Ministro da Palavra



A Pastoral da Comunicação Cristo Rei entrevistou o Ministro da Palavra, Mauro Luiz Zanoni, natural de Salto, casado com Maria Helena Ferreira da Silva Zanoni há 25 anos, pai de dois filhos, Murilo com 21 anos e Maurílio com 19 anos e morador do bairro Vila Norma há 15 anos.



Pascom: Você morava no centro da cidade e pertencia a Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat, nesta época quais trabalhos realizou naquela comunidade?

Mauro: Eu e minha família participávamos do grupo de rua, onde rezávamos o terço e fazíamos as novenas. Tempo depois, fizemos o Encontro de Casais com Cristo, exatamente o número 100, quando ainda era pároco Monsenhor Mario Negro. Trabalhamos desde então em todos os encontros de casais e iniciamos o grupo de jovem da Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrat na época.


Pascom: Hoje você serve a Igreja Cristo Rei em quais pastorais? E há quanto tempo?

Mauro: Sirvo na Pastoral da Comunicação, Ministro Extraordinário da Comunhão e da Palavra, Encontro de Casais com Cristo, Encontro de Noivos, desde o tempo do Pe. João Batista há 15 anos. E sou Ministro animador da comunidade Santa Elizabeth.


Pascom: Sua esposa e seus filhos também têm uma função na Igreja? Qual?

Mauro: Sim! Minha esposa Helena é Ministra Extraordinária da Comunhão e Coordenadora da Pastoral da Comunicação (Pascom), meu filho mais velho, o Murilo é Acólito e o Maurílio era catequista do Crisma, mas por causa da faculdade se afastou e agora está como agente da Pastoral da Comunicação.

Pascom: Quando foi convidado para ser Ministro da Eucaristia? Quem te convidou e como se sentiu?

Mauro: Foi na Matriz Nossa Senhora do Monte Serrat por um vizinho, o senhor José, que já era ministro, na época, o pároco era Monsenhor Mario Negro. Senti muito a responsabilidade do convite, porque cuidar do corpo do Senhor é uma missão muito importante, não é um simples pão, mas sim o Corpo de Deus. Para muitas pessoas levei o viático (Eucaristia recebida por aqueles que estão para deixar a vida terrena e se preparam para a passagem à vida eterna), muito deles já morreram. Sinto-me feliz por ter participado do caminho da salvação de cada um deles e principalmente poder entregar Jesus ao meu irmão que não podia ir ao encontro de Deus. Mas Deus ia até ele e muitas vezes, na sua enfermidade ao chegar Jesus Eucarístico sua face se iluminava. Meu sentimento era de muito amor e alegria em poder servir.

.Pascom: Quanto tempo depois passou a ser Ministro da Palavra?

Mauro: Muitos anos depois, quando Pe. Hermínio passou a ser pároco da Cristo Rei, comecei acompanhando o senhor Eurides aos domingos na comunidade Nossa Senhora das Neves e na comunidade Santa Luzia acompanhando senhor Aparecido. Logo após passei a celebrar sozinho.

Pascom: Como se sente evangelizando através da celebração da palavra?

Mauro: Muito Feliz! Sinto-me um discípulo de Cristo, porque Deus sabe da nossa fragilidade, somos pecadores e mesmo assim Deus nos chama para o serviço e é dessa evangelização que procuro viver. Quando falo, sou o primeiro a ouvir a palavra proclamada e através dos ensinamentos transformar minha vida e da minha família.

Pascom: O que é ser feliz para você? E como conduz sua família na fé?

Mauro: Ser feliz é fazer o outro feliz. É viver a cada dia procurando o bem do outro. Somos uma família unida, procuramos, desde quando formamos uma família, acompanhar e viver na comunidade, crescendo na espiritualidade a cada dia, mesmo nos momentos mais difíceis de nossas vidas nunca deixamos de buscar a Deus e assim nos fortalecermos. Quando a tribulação vem e o desânimo se aproxima é no Santíssimo e na Santa Missa que buscamos forças para não cair em tentação e não nos deixar abater.

Pascom: Deixe uma mensagem?

Mauro: Disse Pedro a Jesus, quando perguntou quem era ele: “Tu és o Cristo o Filho de Deus Vivo” e quando Jesus também perguntou quem queria abandoná-lo e Pedro responde: “Aonde iremos Senhor, só tu tem palavra de vida eterna”! É assim que devemos seguir nossa vida na certeza que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que a Salvação de todos nós e a promessa da vida eterna vem de suas palavras e ensinamentos. Devemos buscar sempre na missa, na oração diária, na prática da caridade. Caros leitores, não é fácil seguir a Cristo com as tentações deste mundo, mas se nos esforçarmos, Deus será maior na vida de cada um daquele que confia no Senhor.









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