Editorial
Amados irmãos e irmãs em Cristo, paz e benção no Senhor. Adentramos no novo mês, o mês de agosto, que contrariando o pensamento popular não é o mês do “Cachorro Louco”, ou simplesmente dos pais, mas para nós cristãos este mês tem um valor e significado grandioso: é o mês das Vocações, não só Religiosas e Sacerdotais, mas de todas as Vocações. Agosto é ainda o mês de grandes Festividades Litúrgicas: adentramos o mês com a Festa de São João Maria Vianey (04); a Festa da Transfiguração do Senhor (06); passamos pela Festa de Lourenço (10); a Memória de Santa Clara (11). Celebramos a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, no dia 15, que no Brasil é celebrada no terceiro domingo. No dia 23 celebramos a Festa de Santa Rosa de Lima, Padroeira da América do Sul e Filipinas, e Co-Padroeira da América Latina. No dia 24 temos a Festa de São Bartolomeu, Apóstolo. Ainda celebramos as memórias de Santa Mônica (27) e de seu filho Santo Agostinho (28) e, encerramos o mês celebrando a memória do Martírio de São João Batista no dia 29. Diante dessa grande vivência da espiritualidade cristã, destacamos a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora aos céus. Trata-se da celebração de um Dogma da Igreja. Em relação à Virgem Maria, a Igreja possui quatro Dogmas: Aos tempos mais antigos, pertencem os dogmas da Maternidade Divina, e da Virgindade Perpétua. Estes dois dogmas estão estritamente ligados entre si, estão inseparavelmente unidos a fé em Cristo e a sua formulação histórico-dogmática. Nos tempos mais recentes, foram definidos os dogmas da Imaculada Conceição (08/12/1854) e o da Assunção ao céu (01/11/1950). Mas o que são os Dogmas? De modo simplificado podemos dizer que os Dogmas são verdades que Deus nos revelou e que a Igreja confirma como revelados, obrigando-nos a crer neles, porque Deus não pode errar, nem pode nos enganar. É óbvio que Deus conhece verdades que estão acima de nossa capacidade de conhecimento, e verdades que só Ele conhece. Deus, bondosamente, nos revelou várias dessas verdades. Quando a Igreja nos declara com infalibilidade que uma verdade é revelada por Deus, temos um dogma. Vale lembrar que quando falamos dos Dogmas Marianos temos em vista que todos os mistérios da vida de Maria estão intimamente ligados ao de Jesus Cristo. Os dogmas são como placas que indicam o caminhar de nossa fé. Foram criados para ajudar a comunidade eclesial a se manter rumo a Jesus Cristo. Funcionam como balizas, sinalizadores, arrimos e proteção. Na Solenidade da Assunção, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal. Como fora definido pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: "A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial. Assunta significa que Maria foi elevada ao céu, ao contrário da Ascensão de Jesus, pois Jesus se ascende aos céus. Ele mesmo em sua condição divina “sobe” aos céus, enquanto Maria é elevada em corpo e alma. A Igreja celebra em Nossa Senhora a realização do Mistério Pascal. Sendo Maria “cheia de graça”, sem sombra alguma de pecado, quis o Pai associá-la à ressurreição de Jesus. Maria, glorificada na Assunção, é a Criatura que atingiu a plenitude da salvação, até a transfiguração do corpo. É a mulher vestida de sol e coroada de doze estrelas. É a mãe que nos espera e convida a caminhar para o reino de Deus. A mãe do Senhor é a imagem da Igreja: luminosa garantia de seu destino de salvação, porque o Espírito do ressuscitado cumprirá plenamente sua missão em todos nós, como o fez nela, que já é aquilo que nós seremos. Maria assunta ao céu é a garantia de que o homem todo se salva, de que os corpos ressurgirão. Para o Cristão, a salvação é a ressurreição dos corpos, um mundo novo e a terra nova. (Cf. Missal Dominical, pg. 1346). Caros irmãos, a Solenidade da Assunção de Maria estimula a nossa fé, especialmente nos momentos difíceis de nossa caminhada. Sabemos que Deus assumiu e transformou tudo de bom que Maria construiu aqui na terra, até mesmo seu corpo. Olhando para Maria, ressuscitada e glorificada, que seguiu os passos de seu filho Jesus, a gente se anima a lutar pelo bem, pela verdade e pela justiça. Mesmo que a incompreensão e o fracasso aparentemente sejam mais fortes, cremos na força de Deus, no poder de Cristo ressuscitado. Ele inaugura em nós o novo céu e a nova terra, onde Maria já está. Lá, Jesus ficará bem perto de nós. Vai enxugar as lágrimas dos olhos. Não haverá morte nem sofrimento. O Senhor fará novas todas as coisas e nos concederá, gratuitamente, a fonte da água viva (Ap. 21,1-7). Que Maria Santíssima interceda por vós junto ao vosso filho Jesus, para que repouse sobre a vossa vida as bênçãos de nosso Senhor! Vivamos este mês na bênção, na graça e na paz de nosso Deus. Maria da Assunção, escuta a nossa voz e pede proteção a cada um de nós.
Amados irmãos e irmãs em Cristo, paz e benção no Senhor. Adentramos no novo mês, o mês de agosto, que contrariando o pensamento popular não é o mês do “Cachorro Louco”, ou simplesmente dos pais, mas para nós cristãos este mês tem um valor e significado grandioso: é o mês das Vocações, não só Religiosas e Sacerdotais, mas de todas as Vocações. Agosto é ainda o mês de grandes Festividades Litúrgicas: adentramos o mês com a Festa de São João Maria Vianey (04); a Festa da Transfiguração do Senhor (06); passamos pela Festa de Lourenço (10); a Memória de Santa Clara (11). Celebramos a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, no dia 15, que no Brasil é celebrada no terceiro domingo. No dia 23 celebramos a Festa de Santa Rosa de Lima, Padroeira da América do Sul e Filipinas, e Co-Padroeira da América Latina. No dia 24 temos a Festa de São Bartolomeu, Apóstolo. Ainda celebramos as memórias de Santa Mônica (27) e de seu filho Santo Agostinho (28) e, encerramos o mês celebrando a memória do Martírio de São João Batista no dia 29. Diante dessa grande vivência da espiritualidade cristã, destacamos a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora aos céus. Trata-se da celebração de um Dogma da Igreja. Em relação à Virgem Maria, a Igreja possui quatro Dogmas: Aos tempos mais antigos, pertencem os dogmas da Maternidade Divina, e da Virgindade Perpétua. Estes dois dogmas estão estritamente ligados entre si, estão inseparavelmente unidos a fé em Cristo e a sua formulação histórico-dogmática. Nos tempos mais recentes, foram definidos os dogmas da Imaculada Conceição (08/12/1854) e o da Assunção ao céu (01/11/1950). Mas o que são os Dogmas? De modo simplificado podemos dizer que os Dogmas são verdades que Deus nos revelou e que a Igreja confirma como revelados, obrigando-nos a crer neles, porque Deus não pode errar, nem pode nos enganar. É óbvio que Deus conhece verdades que estão acima de nossa capacidade de conhecimento, e verdades que só Ele conhece. Deus, bondosamente, nos revelou várias dessas verdades. Quando a Igreja nos declara com infalibilidade que uma verdade é revelada por Deus, temos um dogma. Vale lembrar que quando falamos dos Dogmas Marianos temos em vista que todos os mistérios da vida de Maria estão intimamente ligados ao de Jesus Cristo. Os dogmas são como placas que indicam o caminhar de nossa fé. Foram criados para ajudar a comunidade eclesial a se manter rumo a Jesus Cristo. Funcionam como balizas, sinalizadores, arrimos e proteção. Na Solenidade da Assunção, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal. Como fora definido pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: "A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial. Assunta significa que Maria foi elevada ao céu, ao contrário da Ascensão de Jesus, pois Jesus se ascende aos céus. Ele mesmo em sua condição divina “sobe” aos céus, enquanto Maria é elevada em corpo e alma. A Igreja celebra em Nossa Senhora a realização do Mistério Pascal. Sendo Maria “cheia de graça”, sem sombra alguma de pecado, quis o Pai associá-la à ressurreição de Jesus. Maria, glorificada na Assunção, é a Criatura que atingiu a plenitude da salvação, até a transfiguração do corpo. É a mulher vestida de sol e coroada de doze estrelas. É a mãe que nos espera e convida a caminhar para o reino de Deus. A mãe do Senhor é a imagem da Igreja: luminosa garantia de seu destino de salvação, porque o Espírito do ressuscitado cumprirá plenamente sua missão em todos nós, como o fez nela, que já é aquilo que nós seremos. Maria assunta ao céu é a garantia de que o homem todo se salva, de que os corpos ressurgirão. Para o Cristão, a salvação é a ressurreição dos corpos, um mundo novo e a terra nova. (Cf. Missal Dominical, pg. 1346). Caros irmãos, a Solenidade da Assunção de Maria estimula a nossa fé, especialmente nos momentos difíceis de nossa caminhada. Sabemos que Deus assumiu e transformou tudo de bom que Maria construiu aqui na terra, até mesmo seu corpo. Olhando para Maria, ressuscitada e glorificada, que seguiu os passos de seu filho Jesus, a gente se anima a lutar pelo bem, pela verdade e pela justiça. Mesmo que a incompreensão e o fracasso aparentemente sejam mais fortes, cremos na força de Deus, no poder de Cristo ressuscitado. Ele inaugura em nós o novo céu e a nova terra, onde Maria já está. Lá, Jesus ficará bem perto de nós. Vai enxugar as lágrimas dos olhos. Não haverá morte nem sofrimento. O Senhor fará novas todas as coisas e nos concederá, gratuitamente, a fonte da água viva (Ap. 21,1-7). Que Maria Santíssima interceda por vós junto ao vosso filho Jesus, para que repouse sobre a vossa vida as bênçãos de nosso Senhor! Vivamos este mês na bênção, na graça e na paz de nosso Deus. Maria da Assunção, escuta a nossa voz e pede proteção a cada um de nós.
Pe. Antonio Carlos dos Santos
Frase do Mês
"O mundo não será melhor se todos ficarem ricos, mas
será melhor se todas as pessoas crescerem em igualdade."
Fundadora da Pastoral da Criança
Zilda
Arns
Palavra do Vigário.
Agosto: o mês das vocações
Amados
irmãos e irmãos, no mês de agosto celebramos o mês das vocações, instituído
logo após o Concílio do Vaticano II, com o objetivo de despertar a consciência
das comunidades cristãs para com a corresponsabilidade na vida da Igreja,
assumidas no batismo. O mês vocacional tem sua primeira experiência no Brasil
na década de 70. No ano de 1981, a Assembleia Geral da CNBB institui o mês de
agosto como o mês vocacional para todo o Brasil. Neste mês temos como objetivo
em nossa caminhada paroquial criar e despertar a todos para uma verdadeira e
profunda consciência vocacional: envolvendo todas as pastorais num trabalho que
visa ressaltar a importância da Pastoral Vocacional orgânica da Igreja.
Privilegiando um tempo na Igreja para uma pregação direta sobre o mistério da
vocação na Igreja, sobre o valor do sacerdócio ministerial e sobre sua urgente
necessidade para o povo de Deus, para que assim, possamos responder
eclesialmente ao mandato do Senhor: “De fato, a colheita é grande, mas os
trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da messe, para que envie mais operários
para a colheita”(Lc. 10, 2). Ao longo do mês dá-se um destaque especial aos
domingos: no primeiro domingo destacamos o dia do padre, a motivação é a Festa
de São João Maria Vianey – o Cura D”Ars, padroeiro dos párocos, celebrada no
dia 04 de agosto. Os diáconos serão lembrados no dia 10 de agosto, na Festa de
São Lourenço, Diácono e Mártir. No segundo domingo, celebra-se no país o dia
dos pais. Neste dia celebramos o chamado a gerar vida, a continuar a obra
criadora de Deus. Ser pai e ser mãe, constituir família, assumir um estado de
vida na Igreja. Celebramos a Vocação familiar, visto que a família é o berço
das vocações. No terceiro domingo, motivados pela Solenidade da Assunção de
Nossa Senhora: Maria, modelo de todos os chamados, celebramos o dia da vocação
Religiosa. Recordamos a vocação religiosa feminina e masculina. No quarto
domingo, celebramos a vocação laical. Dá-se destaque aos catequistas, estes que
tem a missão de anunciar a Palavra de Deus, formar, catequizar o povo de Deus.
Celebramos o dom da disponibilidade dos irmãos para com o serviço à comunidade
nas diversas pastorais e movimentos. Assim, que possamos ao longo deste mês
viver ardentemente o chamado de Deus que ecoa em nosso coração, como nos diz o
Beato Papa João Paulo II: “A Vocação do cristão é a santidade, em todo o momento
da vida. Na primavera da juventude, na plenitude do verão da idade madura, e
depois no outono e no inverno da velhice e por último, na hora da morte”. Que
Deus vos abençoe e vos ilumine ao longo de vossa vida, para que assim possais
responder ao chamado que ele vos faz!
Vigário
Antonio Carlos
Cerco de Jericó na Paróquia Cristo Rei
A
Renovação Carismática Católica (RCC) de Salto celebrou entre os dias 22 a 28 de
julho, o Cerco Jericó 2012. O evento sediado pela Paróquia Cristo Rei teve como
tema: “Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21, 17). Em todos os dias, o Cerco
começou com a Missa, em seguida reza do terço da Misericórdia e leitura de
Josué 6. No 1º dia, o assunto abordado foi baseado na palavra de Apocalipse 7,
16 ministrado pelo pregador Ronaldo do grupo de oração Chama do Amor. A reza do
terço, leitura da palavra, animação, música e condução de oração foram feitas
pelos grupos Chama do Amor e Sagrada Família. Com exceção do domingo, todos os
pregadores vieram da diocese de Osasco. No 2º dia, Lamarques pregou João 4,
1-15. Os grupos Sagrada Família e Nascer de Novo rezaram o terço, leram Josué
6, cantaram, animaram e conduziram oração. No 3º dia, foi a vez de Wilson falar
sobre Ezequiel 47, 1-12 e contar o testemunho de sua missão. Os irmãos dos
grupos Nossa Senhora do Cenáculo, Divino Espírito Santo e Rainha da Paz ficaram
responsáveis pelo terço, leitura, canto, animação e oração. No 4º dia, Gálatas
4, 1-7 foi a palavra ministrada por Junior. Os grupos Maria de Nazaré e Nossa
Senhora Aparecida deram sua contribuição, rezando, fazendo a leitura, cantando,
animando e conduzindo oração. No 5º dia, o pregador Ednaldo explanou sobre I
Pedro 3, 6 e contou o testemunho de sua família. Para reza do terço, leitura,
animação, música e ministração da oração foram convidados os grupos Nossa
Senhora Aparecida, Caminhando na Luz e Sagrado Coração de Jesus. No 6º dia, a
pregação foi feita a partir de Apocalipse 22, 17 por Edvaldo. Rezando o terço,
fazendo a leitura, a animação, a música e a direção de oração estavam os grupos
Rainha da Paz, Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora do Cenáculo. Ao som de
Marca da Vitória, canção do músico Tony Allyson que foi cantada pelos membros do
grupo de oração Cristo Rei, iniciou-se a missa de encerramento celebrada por
Pe. Juverci às 20h. Uma oração de renúncia foi ministrada por Pe. Juverci sobre
os papéis que foram queimados ao final. Após as sete voltas dadas dentro da
igreja com o Santíssimo Sacramento, os presentes puderam soltar seu louvor em
agradecimento a Deus pela queda das muralhas nestes setes dias de profunda
oração, jejum e renúncia. As crianças também tiveram o seu Cerco no salão
paroquial em que foi trabalhado os temas do Kerigma: Amor de Deus, Pecado,
Jesus Senhor e Salvador, Fé e Conversão, Espiríto Santo e Comunidade. Na
sexta-feira, as crianças, assim como os adultos em todos os dias, também
receberam a visita do Santíssimo Sacramento, entoaram a música Jesus, meu
amigão e fizeram seu gesto especial de despedida a Cristo Sacramentado.
Colaboração: Tatiane Dias

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